domingo, 12 de abril de 2009

VAMOS TODOS Á EXPOCAÇA





HORÁRIOS DA EXPOCAÇA

Dias 8 de Maio - das 11h00 às 21h30
(11h00 às 18h00 só profissionais)
Dias 9 de Maio - das 11h00 às 21h30
Dias 10 de Maio - das 11h00 às 20h00

PROGRAMA DE ACTIVIDADES PARALELAS

8 de Maio
• INAUGURAÇÃO (Prevista a presença do Sr. Ministro da Agricultura)
• APRESENTAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS (Armeiros)
• CARREIRA DE TIRO FIELD TARGET
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA

9 de Maio
• CONGRESSO SOBRE ZONAS DE CAÇA TURÍSTICAS (ANPC)
• 1º TORNEIO EXPOCAÇA DE TIRO COM AR COMPRIMIDO
• CORRIDAS DE GALGOS – PROVA EXPOCAÇA
• ENCONTRO DE MATILHAS DE CAÇA MAIOR
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE CÃO DE PARAR
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA
• DEMONSTRAÇÕES DE VIATURAS 4X4

10 de Maio
• ENCONTRO NACIONAL DE CAÇADORES (FENCAÇA)
• VISITA DO SR. SECRETÁRIO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO RURAL
• 1º TORNEIO EXPOCAÇA DE TIRO COM AR COMPRIMIDO
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE CÃO DE PARAR
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA
• DEMONSTRAÇÕES DE VIATURAS 4X4

Diáriamente
• EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA “ARTE, CAÇA E CAMPO”
• EXPOSIÇÕES DE FOTOGRAFIA SOBRE ESPÉCIES CINEGÉTICAS
• EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA SOBRE PESCA SUBMARINA

sexta-feira, 3 de abril de 2009

RAÇÃO PREVENTIVA PARA COELHOS-BRAVOS


Este produto resulta de anos de testes e experiências de veterinários conjuntamente com um fabricante de rações para animais e vários gestores de zonas de caça onde o coelho é a espécie predominante.
Resultou uma mistura de matérias-primas para alimentação animal, aditivos vitamínicos e alguns medicamentos tais como Ivomec (Desparazitante) - Ivermectina (antiparasitários), SULFADIAZINA (Antibiótico que impede o vírus de utilizar a vitamina B), Trimetoprim (antibiótico), outros.
Estes dois últimos anos em Zonas de Caça como a ZCT da Várzea Grande processo 783-dgrf foram alimentados milhares de coelhos-bravos com este alimento. Verificou-se um aumento significativo da capacidade de resistência às doenças, e acima de tudo uma muito menor transmissão destas entre efectivos.
Estes excelentes resultados levaram à homologação e comercialização deste produto no mercado das zonas de caça portuguesas e espanholas.
Está no mercado duas variante deste produto. Cada uma delas “Protecção” e “Reprodução” variam a sua administração da altura do ano. Meses reprodutivos e meses em que as doenças são mais incisivas.
De referir que, este produto tem um intervalo de segurança antes do abate de 28 dias.


(in: portal alvorada)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

OS NOSSOS COMPANHEIROS DE CAÇA ( O PERDIGUEIRO PORTUGUÊS)

O KING



A MISSY







História


O perdigueiro português é um cão de parar que está integrado no 7ºGrupo da Federação Cinológica Internacional (FCI) - cães de parar. Em Portugal, entre raças nacionais e estrangeiras, é o cão de caça mais registado em Livros de Origens e um dos mais populares entre todos os cães.

Com raízes remotas nos milenares cães de busca ibéricos que tinham a faculdade de se imobilizar na presença da caça, o nosso perdigueiro é uma das raças mais antigas do Mundo, com características morfológicas e funcionais idênticas às actuais pelo menos há 1000 anos. Actualmente é o único representante reconhecido pela FCI do antigo perdigueiro ibérico de pêlo curto. Ao longo dos séculos foi criado nos canis reais, da nobreza e do clero e utilizado na busca de caça ferida em montarias, na caça de altanaria e na caça com rede a lanço. Com a utilização das armas de fogo na caça, passou a ser usado como cão de parar e de cobro.


Estalão Morfologico


ORIGEM: Portugal

DATA DA 1ª PUBLICAÇÃO do Estalão Oficial: 1939.

1ª revisão: 1962; 2ª revisão (actual): 2004

UTILIZAÇÃO: Cão de Caça

CLASSIFICAÇÃO FCI: 7ºGrupo Cães de Parar c/ Provas de Trabalho

HISTÓRIA:

O Perdigueiro Português tem origem na Península Ibérica a partir do antigo Perdigueiro Peninsular, tronco comum a outras raças de cães de parar; resulta da conjugação de um processo de adaptação ao clima, terreno e tipo de caça e de factores de selecção introduzidos pela especificidade sociocultural do povo português, que o vem criando com fins venatórios há séculos.
A sua existência está documentada em Portugal pelo menos desde o século XII. No século XIV era conhecido como "podengo de mostra" evidenciando já a possibilidade de parar perante a caça; era criado nos canis reais e da nobreza e utilizado na caça de altanaria. No século XVI, já designado como perdigueiro, era comum o seu uso pelas classes populares.
A fixação das actuais características e sua difusão por parte de um grupo de criadores e caçadores tem início no primeiro quartel do século XX.


ASPECTO GERAL:
Proporções importantes
Cão mediomorfo, rectilíneo, tipo bracóide, robusto mas de conformação harmónica aliada a manifesta elasticidade de movimentos.

Comportamento - Carácter
Extremamente meigo e afectivo, resistente, dotado de grande capacidade de sofrimento e entrega. Calmo e bastante sociável mas um tanto petulante para os da sua igualha. Curioso por natureza, trabalha com persistência e vivacidade. Nada egoísta, tem sempre em vista servir o caçador, com o qual mantém permanente contacto.

CABEÇA:
Proporcionada de tamanho em relação ao corpo, bem conformada e harmónica nas suas dimensões, dá a impressão de maior grandeza no conjunto. Um pouco grossa, não ossuda ou empastada. Revestida de pele flácida e fina, que não deve enrugar.
Rectilínea de perfil e quadrada vista de frente, com nítida separação do chanfro e das regiões crânio-faciais. Há convergência dos eixos longitudinais superiores do crânio e chanfro.


Região craniana: Crânio quadrado, de linha superior quase plana vista de frente e ligeiramente abaulada de perfil, tem um comprimento que não deve exceder 6/10 do comprimento total da cabeça de onde um índice cefálico total de 60%.
De frente a testa é quase plana, alta, larga e simétrica, ligeiramente abaulada de perfil. Arcadas supraciliares bem desenvolvidas. Sulco frontal largo e pouco profundo. Crista occipital apenas perceptível.
Stop bem marcado (90-100º).


Região facial: Trufa (Nariz): Em rectangularidade com o chanfro e lábio superior, de boa conformação, bem desenvolvida, narinas amplas, húmidas, de larga abertura. De cor preta.

Chanfro: Rectilíneo e horizontal, de largura igual a metade do comprimento, sendo este 4/10 do comprimento total da cabeça. Boca medianamente fendida, de mucosas irregularmente pigmentadas, deve fechar bem permitindo a normal sobreposição dos lábios superiores.

Lábios: Lábios superiores pendentes, pouco carnudos, quadrados de perfil, formando ângulo recto com a linha do chanfro, boleados na ponta em semicírculo e quando vistos de frente, formando um ângulo agudo na margem inferior; unem-se aos inferiores por comissuras flácidas e pregueadas, com cantos descaídos.

Mandíbulas/dentes: Dentição sã, correcta e completa, com articulação em tesoura.
Face: Paralelismo entre ambas. Prega retro-comissural apenas perceptível, com região parotídea cheia.

Olhos: Grandes, expressivos, com vivacidade, castanhos de tonalidade mais escura que a pelagem; ovais com tendência para arredondados, horizontais, à flor da cabeça e enchendo a órbita. Pálpebras finas e bem abertas, de pigmentação preta.

Orelhas: De inserção alta (limitada atrás pela junção cabeça - pescoço), pendentes, quase planas (um ou dois sulcos longitudinais quando atento), triangulares bastante mais largas na base que na ponta (relação 2,5 x 1) e de vértice arredondado, medianas de comprimento, pouco mais que o comprimento do crânio (15 x 11 cm). Delgadas, macias, revestidas de pêlo fino, denso e raso.


PESCOÇO
Direito, ligeiramente arredondado no terço superior, de comprimento não inferior ao comprimento total da cabeça, não muito grosso e guarnecido inferiormente de curta barbela, deve ligar-se à cabeça de forma graciosa segundo uma inclinação aproximadamente de 90º e ao tórax sem apreciável transição.


CORPO (TRONCO)

Linha superior: rectilínea, subindo muito levemente da garupa ao garrote.

Garrote: não muito alto e um pouco empastado.

Dorso: curto, largo, rectilíneo e ligeiramente oblíquo descendente até à região lombar à qual se une sem apreciável transição. O lombo deve também ser curto, bastante largo, de forte musculatura, ligeiramente arqueado e soldar-se bem à garupa.

Garupa: proporcional largura em relação à região lombar, conformação harmónica e um eixo de pequena obliquidade parecendo ligeiramente descaída.

Peito: alto e largo, com boa amplitude do tórax, mais desenvolvido no sentido da altura e profundidade do que em largura, descendo ao codilho. Costelas de curvatura bem pronunciada na parte superior e de apreciável largura dando à cavidade torácica por elas circunscrita e em secção, a forma de uma ferradura unida pelas partes terminais dos ramos.

Linha inferior: do esterno à virilha esta linha é ligeiramente oblíqua para cima e para trás proporcionando com a linha superior do tronco elegância de formas, para o que contribui um ventre de pequeno volume ligando-se à anca em arco de circunferência; a pequena distância que separa a anca da última costela, confere ao flanco um aspecto curto e cheio.

Cauda: Amputada, de modo a cobrir os genitais sem os ultrapassar, ou inteira, de tamanho médio, sem ultrapassar o curvilhão. Direita, de média inserção, grossa na base, adelgaçando gradualmente mas não muito. Bem presa, bem saída, em perfeita continuidade com a linha média da garupa. Em estação cai naturalmente, nunca entre as coxas. Em movimento, eleva-se na horizontal ou um pouco acima, mas nunca na vertical ou em foice.


MEMBROS

Membros anteriores: Em estação, vistos por diante, são aprumados e em perfeito paralelismo com o plano médio do corpo. De perfil, aprumos normais. Da observação em conjunto resulta uma grande estabilidade de apoio e natural facilidade de andamentos.

Espádua: Comprida, de regular inclinação, bem colocada e um pouco carnuda. Ângulo escapulo - umeral de 120º.

Braço: Junto ao tórax, o seu comprimento está em relação com a distância que separa o garrote do ombro e a obliquidade com o grau de inclinação da espádua.

Codilho: Separado do tórax pela axila, íntegro, bem descido, equidistante do plano médio do corpo, sem convergência ou divergência em relação ao peito. Ângulo úmero - radial de 150º.

Antebraço: Desligado do tronco, comprido, direito e em manifesta perpendicularidade com o chão, tanto de frente como de perfil.

Metacarpos: Em perfeita continuação com o antebraço, largos, ligeiramente oblíquos e proporcionais em comprimento.

Mãos: Proporcionais em relação ao comprimento dos membros, tendendo para o arredondado mais que para o comprido, mas sem se assemelhar ao pé de gato. Dedos bem conformados, juntos, conferindo uniformidade e solidez no apoio. Tubérculos digitais bem desenvolvidos e altos, de epiderme negra, espessa, dura e resistente. Unhas bem nascidas, duras e pretas de preferência.


Membros posteriores: Aprumados vistos por detrás; em perfeito paralelismo com o plano médio do corpo; de perfil, aprumos normais.

Coxa: Comprida, larga, musculosa. Nádega em curva mais ou menos acentuada, comprida e um pouco em relevo. Ângulo articular coxo-femural de 95º.

Joelho: Um pouco abaixo do abdómen, não muito afastado dele, babilha ligeiramente saliente e um pouco desviada para fora. Ângulo articular fémuro - tibial de 120º.

Perna: Boa direcção, de comprimento proporcional ao da coxa, a sua obliquidade deve estar relacionada com a inclinação da garupa.

Jarrete: Normalmente aberto e bem colocado, de completa integridade, largo e grosso. Ângulo articular tíbio - társico de 145º.

Metatarsos: de comprimento médio-curto, verticais, aproximadamente cilíndricos, de regular grossura e enxutos.

Pés: Idênticos às mãos mas de conformação um pouco mais alongada.


ANDAMENTOS: Movimentos de locomoção normais, fáceis e garbosos. Polivalente na sua função e muito adaptável aos variados terrenos, climas e tipos de caça, alterna o galope de suspensão simples e o trote largo, fácil, cadenciado.

PELAGEM:

O pêlo deve ser curto, forte, bem assente, pouco macio e denso, distribuído naturalmente por todo o corpo e quase por igual, excepto nas axilas, virilhas, terços e bragadas, em que se apresenta mais disperso e mais macio. Torna-se fino e raso na cabeça e principalmente nas orelhas, que dão a sensação de aveludadas.
Não tem pelugem.

COR: Amarela nas variedades clara, comum e escura, unicolor ou malhada de branco na cabeça, pescoço, peito e calçado.


ALTURA AO GARROTE:
Machos: 56cm +/- 4cm; 20-27 Kg
Fêmeas: 52cm +/- 4cm; 16-22 Kg


DEFEITOS:

Todo o afastamento em relação ao precedente deve ser considerado como defeito que será penalizado em função da gravidade.


Cabeça: Paralelismo dos eixos crânio-faciais. Relação de crânio - chanfro diferente de 60/40%. Estreita. Crista occipital proeminente. Seios frontais muito desenvolvidos. Presença de rugas. Sulco frontal profundo.

Olhos: Pequenos, claros, pouco expressivos; redondos.

Orelhas: Inserção média, muito grandes ou muito pequenas, de vértice pontiagudo.

Chanfro: Curto ou comprido.

Ventas: De pigmentação diferente da preta.

Lábios: Lábio superior não quadrangular. Comissura labial não perceptível. Mucosas mal pigmentadas.
Dentes em pinça.

Tronco: Pescoço muito curto. Sem barbela ou barbela pronunciada.
Peito pouco desenvolvido.
Linha dorsal enselada ou encarpada. Garupa demasiado descaída.
Cauda inteira muito curta, de inserção muito baixa ou de porte descaracterizante (vertical ou em foice).

Membros: Maus aprumos e maus pés e mãos.

Pelagem: Pêlo macio.

Timidez.


DEFEITOS GRAVES:

Cabeça: Stop pouco acentuado.

Olhos: Oblíquos. Estrabismo.

Orelhas: Carnudas, de inserção baixa, excessivamente dobradas ou em saca-rolhas.

Chanfro: Oblíquo.
Corpo demasiado comprido, tórax redondo.
Ventre arregaçado.

Pelagem: Malhas não estalonadas.
Gigantismo ou nanismo.

DEFEITOS ELIMINATÓRIOS:

Cabeça: Fortemente atípica com chanfro convexo, demasiado longo ou curto; crânio demasiado estreito. Eixos longitudinais superiores crânio - faciais divergentes.
Olhos desiguais na forma e tamanho, de cor diferente. Gázeos, amaurose congénita.
Surdez congénita.
Prognatismo ou enognatismo.
Ventas almaradas.

Corpo: Altamente atípico, evidenciando sinais de cruzamento com outras raças.
Criptorquídea ou monorquídea.

Pelagem: Diferente do tipo da raça. Albinismo
Agressividade. Timidez exacerbada.


Nota: Os machos devem sempre apresentar os dois testículos, de conformação normal, bem descidos e acomodados no escroto.
Todo o cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.




Estalão de Trabalho


ORIGEM:Portugal

DATA DA 1ª PUBLICAÇÃO do Estalão Oficial: 1988.

ACTUALIZAÇÃO: 1993; 2006

UTILIZAÇÃO: Cão de Caça

CLASSIFICAÇÃO FCI: 7ºGrupo Cães de Parar c/ Provas de Trabalho

O Perdigueiro Português é um buscador activo, tenaz e apaixonado, que bate o terreno metodicamente em procura da caça, pondo ao serviço de tal missão todo o seu olfacto e dispensando à busca toda a atenção.

Trabalha com persistência e habilidade, adaptando-se aos mais variados terrenos e às diversas condições climáticas. Mantêm uma constante ligação com o condutor, revelando-lhe pelas suas atitudes e olhares, pela posição da cauda e ainda pela forma como anda, as impressões sentidas pela sua acuidade olfactiva.

Durante a busca alterna o galope de suspensão simples e o trote largo, fácil, cadenciado, percorrendo e batendo o terreno com iniciativa mas procurando manter-se em contacto com o condutor. Dotado de um nariz apurado, normalmente busca de cabeça alta ou no prolongamento da linha superior do dorso, tomando ventos, mas pode por vezes procurar o rasto com algum detalhe e minúcia. A cauda movimenta-se lateralmente, levada na horizontal, como que marcando o ritmo.

Quando um leve eflúvio lhe desperta a actividade sensorial, diminui gradualmente o andamento encaminhando-se na direcção de onde foi captado, orelha atenta e cauda em movimentos mais lentos. Tratando-se de um falso alarme retoma de imediato a busca no andamento inicial, mas se se apercebe que a peça está próxima, diminui o andamento, orientando-se, cabeça alta e orelhas em atenção, pescoço bem estendido. Logo que a intensidade de emanações que recebe o aconselha, pára firme: cabeça imóvel apontando na direcção da peça; olhar fixo; orelhas na posição de escuta; cauda hirta, mantida na horizontal ou pouco acima; músculos sob tensão, indiferente ao que se passa em volta.

Quando parado, mal se dá conta que a peça se deslocou apeada, guia espontaneamente em andamento lento e cauteloso, eventualmente entrecortado por curtas paragens, tentando parar a peça de novo.

Cobra em terra e na água entregando com facilidade a peça ao condutor, sem a danificar.

CALENDÁRIO LUNAR DO MÊS DE ABRIL





PARA APANHAR DESTES TÊM DE IR AO CAMPO NOS DIAS DA LUA CHEIA

sexta-feira, 27 de março de 2009

CALENDÁRIO VENATÓRIO 2009/2010 (I) (CLICA)

Diário da República, 1.ª série — N.º 60 — 26 de Março de 2009
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,
DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS
Portaria n.º 308-A/2009
de 26 de Março

O n.º 2 do artigo 3.º e o artigo 91.º do Decreto -Lei
n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a as alterações introduzidas
pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro,
estabelecem a necessidade de definir anualmente os
períodos de caça, bem como as espécies cinegéticas que
é permitido caçar, os respectivos limites diários de abate
e outros condicionamentos venatórios.
Considerando as vantagens de definir com a antecedência
adequada o calendário para a época venatória
2009 -2010;
Considerando as regras definidas pela Directiva Aves e a
necessária compatibilização da exploração cinegética com
aquela norma comunitária, de modo a corrigir as situações
que mereceram reservas da Comissão Europeia na época
venatória anterior;
Considerando a importância de salvaguardar determinadas
espécies cinegéticas cujas populações residentes
apresentam quantitativos inferiores ao desejável, como
é o caso do pato -trombeteiro, do zarro -comum, do zarro-
-negrinha, do marreco e da frisada;
Considerando a especificidade diferenciada da actividade
venatória relativa às espécies sedentárias e às migratórias,
bem como aos terrenos ordenados e não ordenados,
de modo a ter em conta os princípios de sustentabilidade
e de conservação das espécies;
Considerando que nos terrenos ordenados a sustentabilidade
e a conservação das espécies constitui, por maioria
de razão, responsabilidade das entidades gestoras e que é a
estas que compete determinar o esforço da caça de acordo
com o princípio da sustentabilidade;
Considerando que o decreto -lei acima citado determina
que nos terrenos ordenados os limites diários de abate
autorizados para cada espécie cinegética sedentária são
os estabelecidos nos respectivos planos;
Considerando, por fim, que um menor número de datas
de abertura e de fecho da caça às espécies contribui para
uma melhor gestão e exploração adequada do património
cinegético e conduz a uma maior facilidade de cumprimento
das normas por parte dos caçadores:
Assim:
Ao abrigo do disposto nos artigos 3.º e 91.º a 106.º do
Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção
que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de
24 de Novembro, manda o Governo, pelo Ministro da
Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, o
seguinte:
1.º Na época venatória de 2009 -2010 é permitida a caça
às seguintes espécies cinegéticas: rola -comum, patos (pato-
-real, marrequinha, arrabio, piadeira); galeirão -comum;
galinha -d’água; pombos (bravo, torcaz e da rocha); codorniz;
tarambola -dourada; galinhola; narcejas (comum e
galega); tordos (tordo -comum, tordo -ruivo, tordo -zornal
e tordeia), estorninho -malhado; perdiz -vermelha; faisão;
coelho -bravo; lebre; raposa; saca -rabos; javali; veado;
gamo; corço, e muflão.
2.º Os processos de caça às espécies cinegéticas referidas
no número anterior são os permitidos nos artigos 92.º
a 106.º do Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com
a redacção que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 201/2005,
de 24 de Novembro, para cada espécie referida no n.º 1.º e
consoante se trate de terrenos ordenados ou não.
3.º Os limites diários de abate para as espécies cinegéticas
referidas no n.º 1, bem como os respectivos períodos
e outros condicionamentos venatórios, são os constantes
dos anexos à presente portaria e da qual fazem parte integrante.
4.º Exceptuam -se do disposto no número anterior, em
terrenos cinegéticos ordenados, os limites de abate fixados
para as espécies sedentárias que obedecem ao previsto
nos planos anuais de exploração no caso de zonas de caça
municipais ou nos planos de ordenamento e exploração
cinegética no caso das zonas de caça associativas e turísticas.
Pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural
e das Pescas, Ascenso Luís Seixas Simões, Secretário
de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, em
25 de Março de 2009.
ANEXO I
Espécies migratórias
Terrenos ordenados e não ordenados
Rola -comum; patos (pato -real, marrequinha, arrabio,
piadeira); galeirão -comum; galinha -d’água; pombos (bravo,
torcaz e da rocha); codorniz; tarambola -dourada; galinhola;
narcejas (comum e galega); tordos (tordo -comum, tordo-
-ruivo, tordo -zornal e tordeia), e estorninho -malhado.
Espécie Limite diário Período venatório Edital

Rola -comum . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 De 15 de Agosto a 27 de Setembro
de 2009.
De 15 de Agosto a 27 de Setembro
de 2009.

Patos e galeirão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (*) 10 De 15 de Agosto de 2009 a 10 de Janeiro
de 2010.
De 15 de Agosto a 27 de Setembro de
2009 e de 1 a 10 de Janeiro de 2010.

Galinha -d’água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Pombo -da -rocha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 De 15 de Agosto a 27 de Dezembro
de 2009.
De 15 de Agosto a 27 de Dezembro
de 2009.

Pombo -torcaz e pombo -bravo . . . . . . . . . . . . (*) 50 De 15 de Agosto de 2009 a 21 de Fevereiro
de 2010.
De 15 de Agosto a 27 de Setembro de
2009 e de 1 de Janeiro a 21 de Fevereiro
de 2010.

Codorniz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 De 6 de Setembro a 29 de Novembro
de 2009.
De 6 a 27 de Setembro de 2009.

Narcejas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (*) 8 De 1 de Novembro de 2009 a 21 de Fevereiro
de 2010.
De 1 de Janeiro a 21 de Fevereiro
de 2010.

Tarambola -dourada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 De 1 Novembro de 2009 a 17 de Janeiro
de 2010.
De 1 a 17 de Janeiro de 2010.

Tordos e estorninho -malhado . . . . . . . . . . . . (*) 50 De 1 de Novembro de 2009 a 21 de Fevereiro
de 2010.
De 1 de Janeiro a 21 de Fevereiro de 2010.

Galinhola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 De 1 de Novembro de 2009 a 14 de Fevereiro
de 2010.
De 1 de Janeiro a 14 de Fevereiro
de 2010.
(*) Limite diário de abate para o conjunto das espécies.

ANEXO II
Espécies sedentárias
Terrenos ordenados
Perdiz -vermelha; faisão; coelho -bravo; lebre; raposa; saca -rabos; javali; veado; gamo; corço, e muflão.

Espécie Limite diário Período venatório
Coelho -bravo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) De 6 de Setembro a 31 de Dezembro de 2009 (2).

Lebre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1)

Faisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) De 4 de Outubro de 2009 a 31 de Janeiro de 2010.
Perdiz -vermelha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1)

Raposa e saca -rabos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) De 4 de Outubro de 2009 a 28 de Fevereiro de 2010.

Javali . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) De 1 de Junho de 2009 a 31 de Maio de 2010.

Veado, gamo, corço e muflão. . . . . . . . . . . . . (1)
(1) Os limites são os do plano anual de exploração ou de ordenamento e exploração cinegético.
(2) A caça à lebre a corricão tem início a 4 de Outubro e termina a 14 de Fevereiro.

ANEXO III
Espécies sedentárias
Terrenos não ordenados
Perdiz -vermelha; coelho -bravo; lebre; raposa; saca -rabos; javali; veado; gamo; corço, e muflão.

Espécie Limite diário Período venatório Edital
Coelho -bravo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 De 4 de Outubro a 30 de Novembro
de 2009.

Lebre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

Perdiz -vermelha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 De 4 de Outubro a 27 de Dezembro
de 2009.

Raposa e saca -rabos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) 3 De 4 de Outubro de 2009 a 21 de Fevereiro
de 2010.
De 1 de Janeiro a 21 de Fevereiro
de 2010.

Javali . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (2) De 4 de Outubro de 2009 a 21 de Fevereiro
de 2010.

Veado, gamo, corço e muflão . . . . . . . . . . . . (2) De 1 de Junho de 2009 a 31 de Maio
de 2010.
De 1 de Junho de 2009 a 31 de Maio
de 2010.
(1) Limite diário por espécie e não aplicável quando o processo seja de batida ou a corricão.
(2) Os limites são os constantes em edital da AFN.

terça-feira, 24 de março de 2009

MAPAS DA REPRODUÇÃO DAS ESPÉCIES


BONS VELHOS TEMPOS

O CAÇADOR DE PERDIZ
COMO O EXERCÍCIO DA CAÇA EXIGE UM GRANDE DISPÊNDIO DE ENERGIA FÍSICA, NECESSITA O CAÇADOR DE PERDIZES DE POSSUIR EXCELENTES PERNAS, VISTA APURADA, ÓPTIMO CORAÇÃO E, AINDA, UM ESTÔMAGO MUITO SÓLIDO, PORQUE, MESMO QUE AO SAIR DE CASA TENHA COMIDO BEM, O QUE É RARO POR SER DE MADRUGADA, NÃO SABE NUNCA QUANDO PODERÁ VOLTAR A FAZÊ-LO, TUDO DEPENDENDO DA HORA CONVENIENTE E DE ENCONTRAR ÁGUA, PORQUE EMBORA A LEVE PARA SI, TEM DE ARRANJÁ-LA PARA O CÃO, MAS, SE POR QUALQUER MOTIVO, NÃO PUDER ALIMENTAR-SE DURANTE A JORNADA, DEVE ESTAR APTO A PERCORRER VIGOROSAMENTE AS PLANÍCIES E MONTES SEM PREJUÍZO, CONFIANTE NO SEU MORAL E FÍSICO, POTÊNCIAS QUE ACTUAM UMA SOBRE A OUTRA COMPLEMENTANDO-SE.
O CAÇADOR AUTÊNTICO CAÇA POR PRAZER, NÃO MEDE A SUA SATISFAÇÃO PELO NÚMERO DE PEÇAS MORTAS, E QUANTAS MAIORES FOREM AS DIFICULDADES MAIS EMPENHO TERÁ, NUNCA DESISTINDO POR TER UM DIA MAU, ESQUECENDO A FADIGA E OBRIGANDO O CÉREBRO A DOMINAR OS OUTROS ORGÃOS, IMPONDO-LHES A SUA DECISÃO DE CONTINUAR.
QUEM NÃO POSSUIR ESTAS QUALIDADES, NUNCA SERÁ UM CAÇADOR.
NADA DÁ MAIOR SATISFAÇÃO DO QUE SABER VENCER AS MANHAS DE TODAS AS ESPÉCIES, POR CONHECER-LHES OS COSTUMES ASSIM COMO EM TODAS AS OCASIÕES ADIVINHAR AS SUAS INTENÇÕES.
O CAÇADOR NASCE, NÃO SE FAZ. É MUITAS VEZES UM CASO DE HEREDITARIEDADE, E NÃO TEM DE SE ENVERGONHAR, MUITO PELO CONTRÁRIO DEVE TER ORGULHO, PORQUE SER AFICIONADO PELA CAÇA NÃO TRAZ CONSEQUÊNCIAS DESAGRADÁVEIS E EVITA VÍCIOS PERIGOSOS, SENDO EM MUITOS CASOS UMA DIVERSÃO ÚTIL.
APESAR DE SER UM DESPORTO DOS MAIS VIOLENTOS, NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM A SUA PRÁTICA, POIS CADA UM PODE EXERCÊ-LO CONSOANTE AS SUAS POSSIBILIDADES.
O DEVOTO DE SANTO HUBERTO É, SALVO RARAS EXCEPÇÕES, UM HOMEM TRANQUILO, PRUDENTE E AMIGO DA NATUREZA, CONTRAINDO GRANDES AMIZADES QUE PERDURAM PELA VIDA FORA, SE NÃO TIVESSE MUITOS OUTOS ASPECTOS BONS, ESTES BASTARIAM PARA DEFENIR A CAÇA COMO ESPLÊNDIDA MODALIDADE DESPORTIVA.
Visconde do Reguengo

In: do livro A Caça em Portugal (Editorial Estampa)

quarta-feira, 11 de março de 2009

ESPÉCIES CINEGÉTICAS CAÇADAS NA ÉPOCA 2008/2009



ESPÉCIES/QUANTIDADES

PERDIZES , 134 MACHOS, 120 FÉMEAS

LEBRES , 3 MACHOS, 5 FÉMEAS

COELHOS , 10 MACHOS, 5 FÉMEAS

JAVALIS DE SALTO , 1 MACHO, 1 FÉMEA

JAVALIS DE MONTARIA , 1 MACHO, 1 FÉMEA

JAVALIS EM ESPERAS , 19 MACHOS/FÉMEAS

RAPOSAS DE BATIDA, 3 MACHOS 1 FÉMEA

ROLAS/TORDOS/POMBOS , 200


COMO SE PODE VERIFICAR PELOS NÚMEROS APRESENTADOS E PELO NÚMERO DE CAÇADORES PRESENTES EM CADA JORNADA, CUJA PERCENTAGEM DIÁRIA ANDARÁ PELOS VINTE (20) CAÇADORES MAIS OU MENOS, PODEMOS CONSIDERAR QUE O RESULTADO É POSITIVO, POIS O NÚMERO DE PEÇAS DE CAÇA DISTRIBUIDO PELO NÚMERO DE CAÇADORES ANDARÁ PELAS 7/8 PEÇAS POR CABEÇA E AINDA OS DIAS EM QUE OS ALMOÇOS FORAM DE CAÇA.
RESULTADOS MUITO POSITIVOS MEUS AMIGOS POIS FEITAS AS CONTAS DAQUILO QUE AS PEÇAS CUSTARIAM NUMA QUALQUER ZONA DE CAÇA E PELO QUE NÓS PAGAMOS DE QUOTA ANUALMENTE, É SÓ FAZER AS CONTAS.
VAMOS TREINAR A PONTARIA E AFINAR AS ESPINGARDAS PARA FAZERMOS MELHOR NA PRÓXIMA ÉPOCA. AS PERDIZES ESTÃO A CRIAR,É CERTO QUE TEMOS DE AS AJUDAR, MAS CÁ ESTAMOS Á ESPERA QUE VENHAM OS BONS DIAS PARA COMEÇAR O TRABALHO DE CAMPO.
CONTAMOS COM TODOS, OBRIGADO.

segunda-feira, 9 de março de 2009

PARABÉNS A VOCÊ


AO AMIGO ANTÓNIO MANUEL E COLABORADOR DE TODOS OS CAÇADORES DA ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES DO CONCELHO DE MAÇÃO DESEJO-LHE EM MEU NOME E EM NOME DE TODOS OS SÓCIOS MUITOS PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO FEITO NO DIA 07 DE MARÇO. MUITOS ANOS DE VIDA NA COMPANHIA DE TODA A TUA FAMILIA E AMIGOS.

RÁPIDAS MELHORAS


O NOSSO GRANDE AMIGO E COLABORADOR CARLOS CONTINO FOI OPERADO NO SÁBADO PASSADO DIA 07 DE MARÇO, EM MEU NOME, EM NOME DA DIRECÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES DO CONCELHO DE MAÇÃO E DE TODOS OS SEUS SÓCIOS DESEJAM-MOS-LHE O SEU RÁPIDO RESTABLECIMENTO E QUE VOLTE RAPIDAMENTE PARA O NOSSO CONVIVIO. AS MELHORAS AMIGO CARLOS.