segunda-feira, 27 de abril de 2009

FOMOS AOS TORTULHOS I

A ZONA DA APANHA DOS TORTULHOS (ROSMANINHAL)



PONTE SOBRE O RIO PÔNSUL (BEIRA-BAIXA)



QUANDO O DIA É BEM PASSADO FICAMOS ASSIM COM BOA DISPOSIÇÃO



VEJAM O PORMENOR DA MESA DE PEDRA (UM LUXO NÃO ACHAM)



OS DITOS TORTULHOS (POUCOS MAS BONS)



TAMBÉM LÁ HAVIA DESTES (PEQUENO MAS SABOROSO)



E DESTES (GRANDE TORTULHO)




O SR. GASPAR DOS ESCALOS DE BAIXO E A SUA HARMÓNICA

FOMOS AOS TORTULHOS II

Como bons caçadores que somos também caçamos ou melhor recolhemos tortulhos que são, para quem não sabe uma forma de cogumelos selvagens que são bons se apanhados ainda debaixo da terra, potenciando o seu sabor, porque se saírem da regôa (pequeno alto na terra que nos permite saber que ali estão) e ficarem expostos ao sol depressa murcham não prestando depois para nada.A zona como poderão ver nas imagens é tão boa para a caça menor como para caça maior. Só nesta manhã vimos três lebres, várias perdizes , rolas, pombos torcazes e bastantes indícios de javalis(fossado e roçado nas azinheiras) é uma das melhores zonas de caça do nosso país, Beira-Baixa no seu melhor, ou não fosse também eu beirão de corpo e alma ( vá lá também um pouco de alentejano). Como podem adivinhar além de diferente de um dia de caça foi um dia bem passado no campo em boa companhia e com um almoço de estalo, a saber, foi composto de: entradas (chouriço e morcela assadas na brasa), prato principal (bacalhau assado na brasa) acompanhado por um excelente vinho tinto caseiro que estava bastante bom, tudo isto acompanhado de pão caseiro, a fruta foi a da época. Depois do almoço fomos tomar café aos Escalos de Baixo onde passamos um bom bocado na companhia do Sr. Gaspar, que diga-se em abono da verdade é uma preciosidade que está ali naquele cantinho do nosso Portugal e que nos recebe no seu café sempre duma forma cordial e amiga fazendo-nos sentir em casa e como se fossemos da família. A ele um grande bem-haja pela sua simpatia para o ano aí passaremos (nas idas aos tordos a Monforte da Beira) se não for antes . Fica assim por imagens o registo bastante singelo ao valor destas pessoas generosas que há ainda no nosso interior, ouçam e deliciem-se.

SR. GASPAR NO SEU CAFÉ NOS ESCALOS DE BAIXO COM A SUA HARMÓNICA



A TERNURA DOS QUARENTA (UM LUXO PARA OUVIR)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

AS AJUDAS SATÉLITES (NA ESFOLA)

ESTAVA A VER QUE NÃO SE CHEGAVAM Á FRENTE



O CADERNAL AJUDA BASTANTE



QUEM SERÁ O SR. DA LANTERNA (NUNCA A LARGOU)



OS MENINOS NÃO QUEREM PORVENTURA UMA CHOURICITA ASSADA?



O PRESIDENTE COMEÇOU LOGO A ARRANJAR LUGAR PARA O PETISCO

A ARTE DE BEM ESFOLAR UM JAVALI

O INICIO COM TODOS OS CORTES FEITOS NA PELE (AGORA É SÓ SEGUIR AS LINHAS).



COM AS FACAS DE ESFOLAR É COMO LIMPAR O CÚ A MENINOS.



O PROFESSOR DIOGO A TIRAR O CASACO AO ANIMAL (ATÉ PARECE UMA SESSÃO DE STRIP).



PARTE FINAL DA ESFOLA, COSTUMA DIZER-SE QUE O QUE CUSTA MAIS É A CABEÇA, MAS AÍ SÓ O PROFESSOR SE PODERÁ MANIFESTAR.




A PARTE FINAL E PARA UMA BOA APRESENTAÇÃO SÓ RESTA LAVAR O BICHINHO, GRANDE ZÉ XISTO COM A MANGUEIRA EM RISTE, (ÁGUA FRIA DA RIBEIRA...).

terça-feira, 14 de abril de 2009

CALENDÁRIO VENATÓRIO 2009/2010 (II)

TERRENOS NÃO ORDENADOS






TERRENOS ORDENADOS







OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Rola-comum
A caça a esta espécie só é permitida à espera.
A caça à rola-comum é proibida a menos de 100 metros de linhas e pontos de água acessíveis à fauna, e de locais artificiais de alimentação.


Pombos
Os pombos que se podem caçar são:
Pombo-da-rocha
Pombo-torcaz
Pombo-bravo
A caça aos pombos é proibida, nos meses de Agosto e Setembro, a menos de 100 metros de linhas e pontos de água acessíveis à fauna, e de locais artificiais de alimentação.
A caça ao pombo-da-rocha só é permitida nos concelhos identificados na Portaria n.º 736/2001, de 17 de Julho, alterada pela Declaração de Rectificação n.º 14-J/2001, de 31 de Julho.


Patos
Atenção:Relativamente às épocas venatórias anteriores, houve uma redução das espécies de patos que se podem caçar.
Os patos que se podem caçar são:
Pato-real
Marrequinha
Arrabio
Piadeira
A caça aos patos, pelo processo de espera, é permitida desde o crepúsculo da manhã (uma hora antes do nascer do sol) até ao crepúsculo da noite (uma hora após o pôr do sol), quando exercida até 100 metros dos planos de água.


Narcejas
As narcejas que se podem caçar são:
Narceja-comum
Narceja-galega


Tordos
Os tordos que se podem caçar são:
Tordo-comum
Tordo-ruivo
Tordo-zornal
Tordeia


Pombos
Tordos
Estorninho-malhado

A jornada de caça, bem como a detenção de exemplares destas espécies
no exercício da caça, só é permitida entre o nascer do sol e as 16 horas, ou até ao pôr do sol, nos locais e nas zonas de caça identificados em edital da Autoridade Florestal Nacional (AFN).

domingo, 12 de abril de 2009

OS NOSSOS COMPANHEIROS DE CAÇA ( O BRACO ALEMÃO)











Braco Alemão - Morfologia e Trabalho

"A postura orgulhosa, a suavidade de sua silhueta, a cabeça seca, a cauda, bem portada, a pele, bem justa e a pelagem, brilhante, soberba harmonia enfatiza a sua nobreza."

Estalão de Trabalho

O GALOPE
O Braco Alemão moderno nasceu há cerca de cinquenta anos. Actualmente é um galopador médio, "a velocidade não deve ser procurada a todo o custo mas este cão deve ser capaz de galopar por muito tempo com o mesmo andamento, a busca é ampla, bem aberta , cobrindo muito terreno. A cabeça alta e móvel, e o pescoço bem proeminente dão a sensação de saírem dos ombros. Os membros posteriores são projectados para trás, bem afastados, num movimento harmonioso e contínuo; um cão bem constituído galopa facilmente". O galope de movimento pendular (cão que se desloca com um movimento de pêndulo) resulta frequentemente de um defeito na constituição (má angulatura ou pescoço demasiado curto) que o obriga, para manter o equilíbrio, a projectar a cabeça de baixo para cima. Em resumo, tudo no movimento deve ser equilibrado, agradável e natural.

O PORTE DA CABEÇA
O andamento horizontal não é o andamento típico do Braco Alemão em acção; pelo contrário, o Braco Alemão deve posicionar o pescoço acima da horizontal, com a cabeça elevada. Através desta posição, ele destingue a caça a grande distância e não pode galopar de uma maneira demasiado excessiva. Com este andamento, parece ser um cão que domina perfeitamente a situação: é atento, com a cabeça móvel, nada lhe pode escapar.

A PARAGEM
Quando o cão estica o pescoço, baixa a cabeça para a posicionar na horizontal, a cabeça, o pescoço e o corpo parecem constituir apenas uma linha, este movimento anuncia frequentemente a eminência da paragem. A posição ideal de um Braco Alemão na paragem é a posição de pé, com a cabeça elevada, as orelhas atentas, os olhos e as pupilas dilatadas. Geralmente, um ligeiro tremor agita todo o seu corpo, a cauda fica ligeiramente levantada e respira lentamente. Se o condutor estiver distanciado e atrás do cão, este pode virar a cabeça na sua direcção, de seguida voltar novamente a cabeça em direcção à peça como que para indicar a localização exacta desta. Nesta altura, o cão deve permanecer imóvel e só avançar em direcção à peça à ordem do condutor. Dominique Covolo descreve desta forma a detecção da emanação e a paragem. Quando o cão distingue a caça a grandes distâncias, reduz o andamento para o trote, com as orelhas "levantadas", o pescoço esticado e com os membros ligeiramente flexionados. Quando é surpreendido pela presença da caça paralisa-se e ao mesmo tempo baixa o corpo, flexionando os membros; por vezes pára bruscamente como se tivesse ouvido um estalido. Há uma grande beleza nas suas paragens, mesmo nas poses mais desesperadas. É claro que na prática é necessário reconhecer que frequentemente a vegetação, os diferentes tipos de caça e os seus comportamentos provocam atitudes que ficam muito aquém do ideal. Até há cães que se deitam na paragem. A Alemanha, dona do destino da raça, admite as duas paragens: com o cão de pé ou deitado.

O DESLIZAR
Varia de acordo com os exemplares, alguns cães deslizam lentamente, outros com autoridade. Em todos os casos, o Braco Alemão deve permanecer esticado. No entanto, se a caça se afastar demasiado, o cão pode segui-la pelo rastro por alguns metros e de seguida detectar novamente a emanação directa. O cão deve permanecer imóvel e por vezes deitar-se, no levante da caça.

Estalão de Beleza


ASPECTO GERAL - de um cão aristocrático e harmonioso, com uma conformação que garante resistência, força e agilidade. A postura orgulhosa, a suavidade de sua silhueta, a cabeça seca, a cauda, bem portada, a pele, bem justa e a pelagem, brilhante, soberba harmonia enfatiza sua nobreza.
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PROPORÇÕES - o comprimento do tronco é ligeiramente maior que a altura na cernelha.
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TALHE - altura na cernelha: machos 62 a 66 cm e fêmeas 58 a 63 cm.
- - comprimento: (padrão não comenta).
- peso: (padrão não comenta).
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TEMPERAMENTO - firme, equilibrado, confiável, temperamento controlado, nem nervoso, nem tímido ou agressivo.
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PELE - bem ajustada e esticada, sem rugas.
- -
PELAGEM - pêlo curto e denso, áspera e dura ao toque. Um pouco mais fina e curta na cabeça e nas orelhas, insignificativamente mais longa na face ventral da cauda. Deve revestir o corpo inteiro.
- -
COR - a) marrom, sem marcas;
- b) ruão, marrom, com poucas pintas ou salpicos brancos ou no peito e membros;
- c) ruão, marrom escuro, cabeça marrom, com manchas ou salpicos, por vezes, apresentando a cana nasal, occipital e bochechas salpicados. Neste caso, não se considera uma cor, seja marrom ou branco, como cor de fundo; a pelagem apresenta uma mistura tão intensa de marrom e branco que resulta uma aparência discreta, camuflada, muito apreciada na prática da caça. A cor é mais clara na face medial dos posteriores e na ponta da cauda;
- d) ruão marrom claro: cabeça marrom, pintas marrom ou salpicos manchas ou pontos marrons. Esta coloração apresenta a cor marrom em área menor, portanto com predomínio da área branca, ficando com aparência mais clara, consequentemente menos discreta;
- e) branco com cabeça marrom, manchas ou salpico marrom;
- f) preto, com as mesmas marcações da cor marrom e ruão.
As manchas de cor amarelada, queimadas pelo sol, são admitidas.
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CABEÇA - seca, bem cinzelada, nem muito leve nem muito pesada; assim, o comprimento e a robustez determinam a substância e o sexo do exemplar.
Crânio - moderadamente largo, ligeiramente arqueado, occipital pouco pronunciado, com o sulco sagital não muito profundo e as arcadas superciliares evidenciadas.
Stop - moderadamente definido.
Focinho - longo, largo, profundo e robusto para habilitar o exemplar ao correcto comportamento de caça. A cana nasal, vista de perfil, mostra uma ligeira curvatura para um nariz romano aristocrático, porém muito suave ou uma subtil elevação da linha recta - mais proeminente nos machos. Ainda é aceitável uma cana nasal recta, porém a cana nasal côncava (dish faced) é considerada uma falta séria.
Trufa - ligeiramente protrusa. Narinas suficientemente largas, amplas e móveis. Basicamente marrons. Trufa manchada ou cor-de-rosa somente é permitida em exemplares cuja PELAGEM é branca como cor base.
Lábios - bem ajustados, sem ser muito pendentes, com boa pigmentação. A linha nasolabial é ligeiramente inclinada, quase vertical e continuam, em uma curva bem aberta, até a comissura labial moderadamente pronunciada. Bochechas robustas e bem musculadas.
Mordedura - maxilares robustos com uma mordedura em tesoura perfeita, regular e completa. Os incisivos superiores devem ultrapassar tocando os inferiores pela frente sem qualquer espaço e devem ser inseridos ortogonalmente aos maxilares. São 42 dentes de acordo com a fórmula dentária.
Olhos - de tamanho médio, inseridos no plano da pele. A cor ideal é marrom escuro. Pálpebras bem ajustadas.
Orelhas - moderadamente longas, de espessura moderada, largas, de inserção alta, portadas caídas rente às faces, sem dobras, arredondadas nas pontas. Quando levadas à frente, devem alcançar, um pouco mais ou um pouco menos, os cantos da boca.
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PESCOÇO - de comprimento, proporcional à estrutura do tronco, muito musculoso, ligeiramente arqueado, alargando-se, gradualmente, em direcção aos ombros. Sem barbelas.
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TRONCO
Linha superior - recta e ligeiramente descendente.
Cernelha - bem definida.
Dorso - firme e musculoso. Os processos vertebrais devem ser encobertos pelos músculos.
Peito - mais para o profundo que para o largo com antepeito bem definido, com o esterno longo, alcançando o mais atrás possível. A profundidade atinge um nível abaixo dos cotovelos.
Costelas - bem arqueadas, sem ser achatadas ou em barril. As falsas costelas bem longas.
Ventre - (padrão não comenta).
Lombo - curto, largo, musculado, recto ou ligeiramente arqueado. A passagem do lombo para as coxas é justa e bem conectada.
Garupa - larga e suficientemente longa, bem musculada e levemente inclinada para a cauda.
Linha inferior - elegantemente arqueada, ligeiramente esgalgada no ventre e seca.
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MEMBROS
Anteriores - visto de frente, rectos e paralelos, visto de perfil, os membros estão situados bem dentro da projecção vertical do tronco.
Ombros - escápulas bem anguladas, bem ajustadas ao tórax e fortemente musculadas. Articulação escapulo-umeral bem angulada.
Braços - o mais longos possível, bem musculados e secos.
Cotovelos - bem ajustados, trabalhando rente ao tórax e correctamente direccionados para a frente.
Antebraços - rectos e suficientemente musculados. Boa ossatura, sem ser muito grosseira.
Carpos - fortes.
Metacarpos - mínima angulação com o antebraço, jamais escarpados.
Patas - de redondas para ovais, com dígitos bem compactos e adequadamente arqueados. Unhas fortes. Almofadas plantares e digitais grossas e fortes. Patas correctamente direccionadas para a frente tanto parado quanto em movimento.
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Posteriores - visto por trás, rectos e paralelos. Joelhos e jarretes bem angulados, com boa ossatura.
Coxas - robustas, articulação coxofemoral bem angulada.
Joelhos - fortes, articulação femorotibial bem angulada.
Pernas - de bom comprimento.
Metatarsos - (padrão não comenta).
Jarretes - articulações fortes e verticais.
Patas - de redondas para ovais, com dígitos bem compactos e adequadamente arqueados. Unhas fortes. Almofadas plantares e digitais grossas e fortes. Patas correctamente direccionadas para a frente tanto parado quanto em movimento.
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Cauda - de inserção alta, grossa na raiz e afinando para a ponta, de comprimento médio. Amputada na metade para a finalidade de caça. Em repouso portada pendente, em movimento, portada horizontalmente, sem ser portada muito alta com a linha dorsal da cauda não extremamente curva. (Em países cuja caudectomia é proibida por lei, a cauda permanece íntegra, alcançando o nível dos jarretes e portada recta ou ligeiramente em sabre).
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Movimentação - passada amplas, com boa propulsão dos posteriores e bom alcance dos anteriores. Anteriores e posteriores trabalhando em planos paralelos. Movimenta-se em atitude orgulhosa. Passo de camelo é indesejável.
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Faltas - avaliadas conforme a gravidade.
- atitudes em desacordo ou atipicidade sexual;
- focinho muito curto;
- lábios muito grossos ou muito finos;
- Falta de dois dentes (PM1 e M3), quer dizer que dos quatro PM1 e dos dois M3 somente duas faltas dentárias são aceitáveis;
- olhos muito claros. Olhos de falcão, amarelados;
- orelhas muito longas, muito curtas, muito estreitas ou dobradas;
- barbelas;
- leve carpeamento do dorso;
- garupa muito curta;
- peito muito profundo;
- cauda muito curva ou portada muito alta acima da linha superior.
- cotovelos para fora, patas viradas para fora ou para dentro; anteriores muito afastados ou muito juntos;
- posteriores pouco angulados;
- posteriores levemente em barril, jarretes de vaca ou jarretes juntos;
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Faltas graves - atarracado, esguio ou estrutura grosseira;
- marcado;
- trufa cor-de-rosa (excepto para os exemplares cuja cor - base da pelagem é branca);
- focinho bicudo, cana nasal côncava (dish face);
- mordedura em torquês (para cães com mais de quatro anos, a chamada mordedura em torquês não deverá afectar o julgamento, quando o "Clube do Braco Alemão de Pêlo Curto" atestou a mordedura correcta em exposições anteriores);
- significativo dorso carpeado ou dorso levemente selado.
- falta significativa de profundidade de peito, antepeito pobremente desenvolvido; costelas chatas ou em barril;
- posteriores superdimensionados;
- significativo desvio dos cotovelos para dentro ou para fora;
- metacarpos cedidos e fracos;
- metacarpos escarpados;
- movimentação pesada;
- significativo desvio dos jarretes, em barril ou de vaca, quer seja parado ou em movimento;
- desvio maior que 2 cm na altura na cernelha descrita no padrão.
- -
Desqualificações - as gerais e mais:
- significativo desvio da definição sexual;
- ausência de mais de dois dentes do total de 4 P1 e 2 M3;
- ausência de um ou mais dos outros dentes (excepto os P1 e M3);
- dentes inclusos, não visíveis, devem ser considerados ausentes, excepto quando munido de certificado do "Clube do Braco Alemão de Pêlo Curto" em exposições anteriores ou prova de existência confirmada.
- prognatismo superior ou inferior, torção mandibular, bem como os graus intermediários.
- pálpebras excessivamente lassas, ectrópio, entrópio, distiquíase (duas linhas de rima palpebral);
- dorso muito selado, mal formação da espinha vertebral;
- Qualquer mal formação do peito, isto é, esterno curto, subindo abruptamente para o ventre;
- palato fendido, lábio leporino;
- qualquer dente excedente desalinhado da arcada dentária.

NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

VAMOS TODOS Á EXPOCAÇA





HORÁRIOS DA EXPOCAÇA

Dias 8 de Maio - das 11h00 às 21h30
(11h00 às 18h00 só profissionais)
Dias 9 de Maio - das 11h00 às 21h30
Dias 10 de Maio - das 11h00 às 20h00

PROGRAMA DE ACTIVIDADES PARALELAS

8 de Maio
• INAUGURAÇÃO (Prevista a presença do Sr. Ministro da Agricultura)
• APRESENTAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS (Armeiros)
• CARREIRA DE TIRO FIELD TARGET
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA

9 de Maio
• CONGRESSO SOBRE ZONAS DE CAÇA TURÍSTICAS (ANPC)
• 1º TORNEIO EXPOCAÇA DE TIRO COM AR COMPRIMIDO
• CORRIDAS DE GALGOS – PROVA EXPOCAÇA
• ENCONTRO DE MATILHAS DE CAÇA MAIOR
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE CÃO DE PARAR
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA
• DEMONSTRAÇÕES DE VIATURAS 4X4

10 de Maio
• ENCONTRO NACIONAL DE CAÇADORES (FENCAÇA)
• VISITA DO SR. SECRETÁRIO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO RURAL
• 1º TORNEIO EXPOCAÇA DE TIRO COM AR COMPRIMIDO
• CARREIRA DE TIRO COM ARCO E BÉSTA
• DEMONSTRAÇÕES DE CÃO DE PARAR
• DEMONSTRAÇÕES DE FALCOARIA
• DEMONSTRAÇÕES DE VIATURAS 4X4

Diáriamente
• EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA “ARTE, CAÇA E CAMPO”
• EXPOSIÇÕES DE FOTOGRAFIA SOBRE ESPÉCIES CINEGÉTICAS
• EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA SOBRE PESCA SUBMARINA

sexta-feira, 3 de abril de 2009

RAÇÃO PREVENTIVA PARA COELHOS-BRAVOS


Este produto resulta de anos de testes e experiências de veterinários conjuntamente com um fabricante de rações para animais e vários gestores de zonas de caça onde o coelho é a espécie predominante.
Resultou uma mistura de matérias-primas para alimentação animal, aditivos vitamínicos e alguns medicamentos tais como Ivomec (Desparazitante) - Ivermectina (antiparasitários), SULFADIAZINA (Antibiótico que impede o vírus de utilizar a vitamina B), Trimetoprim (antibiótico), outros.
Estes dois últimos anos em Zonas de Caça como a ZCT da Várzea Grande processo 783-dgrf foram alimentados milhares de coelhos-bravos com este alimento. Verificou-se um aumento significativo da capacidade de resistência às doenças, e acima de tudo uma muito menor transmissão destas entre efectivos.
Estes excelentes resultados levaram à homologação e comercialização deste produto no mercado das zonas de caça portuguesas e espanholas.
Está no mercado duas variante deste produto. Cada uma delas “Protecção” e “Reprodução” variam a sua administração da altura do ano. Meses reprodutivos e meses em que as doenças são mais incisivas.
De referir que, este produto tem um intervalo de segurança antes do abate de 28 dias.


(in: portal alvorada)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

OS NOSSOS COMPANHEIROS DE CAÇA ( O PERDIGUEIRO PORTUGUÊS)

O KING



A MISSY







História


O perdigueiro português é um cão de parar que está integrado no 7ºGrupo da Federação Cinológica Internacional (FCI) - cães de parar. Em Portugal, entre raças nacionais e estrangeiras, é o cão de caça mais registado em Livros de Origens e um dos mais populares entre todos os cães.

Com raízes remotas nos milenares cães de busca ibéricos que tinham a faculdade de se imobilizar na presença da caça, o nosso perdigueiro é uma das raças mais antigas do Mundo, com características morfológicas e funcionais idênticas às actuais pelo menos há 1000 anos. Actualmente é o único representante reconhecido pela FCI do antigo perdigueiro ibérico de pêlo curto. Ao longo dos séculos foi criado nos canis reais, da nobreza e do clero e utilizado na busca de caça ferida em montarias, na caça de altanaria e na caça com rede a lanço. Com a utilização das armas de fogo na caça, passou a ser usado como cão de parar e de cobro.


Estalão Morfologico


ORIGEM: Portugal

DATA DA 1ª PUBLICAÇÃO do Estalão Oficial: 1939.

1ª revisão: 1962; 2ª revisão (actual): 2004

UTILIZAÇÃO: Cão de Caça

CLASSIFICAÇÃO FCI: 7ºGrupo Cães de Parar c/ Provas de Trabalho

HISTÓRIA:

O Perdigueiro Português tem origem na Península Ibérica a partir do antigo Perdigueiro Peninsular, tronco comum a outras raças de cães de parar; resulta da conjugação de um processo de adaptação ao clima, terreno e tipo de caça e de factores de selecção introduzidos pela especificidade sociocultural do povo português, que o vem criando com fins venatórios há séculos.
A sua existência está documentada em Portugal pelo menos desde o século XII. No século XIV era conhecido como "podengo de mostra" evidenciando já a possibilidade de parar perante a caça; era criado nos canis reais e da nobreza e utilizado na caça de altanaria. No século XVI, já designado como perdigueiro, era comum o seu uso pelas classes populares.
A fixação das actuais características e sua difusão por parte de um grupo de criadores e caçadores tem início no primeiro quartel do século XX.


ASPECTO GERAL:
Proporções importantes
Cão mediomorfo, rectilíneo, tipo bracóide, robusto mas de conformação harmónica aliada a manifesta elasticidade de movimentos.

Comportamento - Carácter
Extremamente meigo e afectivo, resistente, dotado de grande capacidade de sofrimento e entrega. Calmo e bastante sociável mas um tanto petulante para os da sua igualha. Curioso por natureza, trabalha com persistência e vivacidade. Nada egoísta, tem sempre em vista servir o caçador, com o qual mantém permanente contacto.

CABEÇA:
Proporcionada de tamanho em relação ao corpo, bem conformada e harmónica nas suas dimensões, dá a impressão de maior grandeza no conjunto. Um pouco grossa, não ossuda ou empastada. Revestida de pele flácida e fina, que não deve enrugar.
Rectilínea de perfil e quadrada vista de frente, com nítida separação do chanfro e das regiões crânio-faciais. Há convergência dos eixos longitudinais superiores do crânio e chanfro.


Região craniana: Crânio quadrado, de linha superior quase plana vista de frente e ligeiramente abaulada de perfil, tem um comprimento que não deve exceder 6/10 do comprimento total da cabeça de onde um índice cefálico total de 60%.
De frente a testa é quase plana, alta, larga e simétrica, ligeiramente abaulada de perfil. Arcadas supraciliares bem desenvolvidas. Sulco frontal largo e pouco profundo. Crista occipital apenas perceptível.
Stop bem marcado (90-100º).


Região facial: Trufa (Nariz): Em rectangularidade com o chanfro e lábio superior, de boa conformação, bem desenvolvida, narinas amplas, húmidas, de larga abertura. De cor preta.

Chanfro: Rectilíneo e horizontal, de largura igual a metade do comprimento, sendo este 4/10 do comprimento total da cabeça. Boca medianamente fendida, de mucosas irregularmente pigmentadas, deve fechar bem permitindo a normal sobreposição dos lábios superiores.

Lábios: Lábios superiores pendentes, pouco carnudos, quadrados de perfil, formando ângulo recto com a linha do chanfro, boleados na ponta em semicírculo e quando vistos de frente, formando um ângulo agudo na margem inferior; unem-se aos inferiores por comissuras flácidas e pregueadas, com cantos descaídos.

Mandíbulas/dentes: Dentição sã, correcta e completa, com articulação em tesoura.
Face: Paralelismo entre ambas. Prega retro-comissural apenas perceptível, com região parotídea cheia.

Olhos: Grandes, expressivos, com vivacidade, castanhos de tonalidade mais escura que a pelagem; ovais com tendência para arredondados, horizontais, à flor da cabeça e enchendo a órbita. Pálpebras finas e bem abertas, de pigmentação preta.

Orelhas: De inserção alta (limitada atrás pela junção cabeça - pescoço), pendentes, quase planas (um ou dois sulcos longitudinais quando atento), triangulares bastante mais largas na base que na ponta (relação 2,5 x 1) e de vértice arredondado, medianas de comprimento, pouco mais que o comprimento do crânio (15 x 11 cm). Delgadas, macias, revestidas de pêlo fino, denso e raso.


PESCOÇO
Direito, ligeiramente arredondado no terço superior, de comprimento não inferior ao comprimento total da cabeça, não muito grosso e guarnecido inferiormente de curta barbela, deve ligar-se à cabeça de forma graciosa segundo uma inclinação aproximadamente de 90º e ao tórax sem apreciável transição.


CORPO (TRONCO)

Linha superior: rectilínea, subindo muito levemente da garupa ao garrote.

Garrote: não muito alto e um pouco empastado.

Dorso: curto, largo, rectilíneo e ligeiramente oblíquo descendente até à região lombar à qual se une sem apreciável transição. O lombo deve também ser curto, bastante largo, de forte musculatura, ligeiramente arqueado e soldar-se bem à garupa.

Garupa: proporcional largura em relação à região lombar, conformação harmónica e um eixo de pequena obliquidade parecendo ligeiramente descaída.

Peito: alto e largo, com boa amplitude do tórax, mais desenvolvido no sentido da altura e profundidade do que em largura, descendo ao codilho. Costelas de curvatura bem pronunciada na parte superior e de apreciável largura dando à cavidade torácica por elas circunscrita e em secção, a forma de uma ferradura unida pelas partes terminais dos ramos.

Linha inferior: do esterno à virilha esta linha é ligeiramente oblíqua para cima e para trás proporcionando com a linha superior do tronco elegância de formas, para o que contribui um ventre de pequeno volume ligando-se à anca em arco de circunferência; a pequena distância que separa a anca da última costela, confere ao flanco um aspecto curto e cheio.

Cauda: Amputada, de modo a cobrir os genitais sem os ultrapassar, ou inteira, de tamanho médio, sem ultrapassar o curvilhão. Direita, de média inserção, grossa na base, adelgaçando gradualmente mas não muito. Bem presa, bem saída, em perfeita continuidade com a linha média da garupa. Em estação cai naturalmente, nunca entre as coxas. Em movimento, eleva-se na horizontal ou um pouco acima, mas nunca na vertical ou em foice.


MEMBROS

Membros anteriores: Em estação, vistos por diante, são aprumados e em perfeito paralelismo com o plano médio do corpo. De perfil, aprumos normais. Da observação em conjunto resulta uma grande estabilidade de apoio e natural facilidade de andamentos.

Espádua: Comprida, de regular inclinação, bem colocada e um pouco carnuda. Ângulo escapulo - umeral de 120º.

Braço: Junto ao tórax, o seu comprimento está em relação com a distância que separa o garrote do ombro e a obliquidade com o grau de inclinação da espádua.

Codilho: Separado do tórax pela axila, íntegro, bem descido, equidistante do plano médio do corpo, sem convergência ou divergência em relação ao peito. Ângulo úmero - radial de 150º.

Antebraço: Desligado do tronco, comprido, direito e em manifesta perpendicularidade com o chão, tanto de frente como de perfil.

Metacarpos: Em perfeita continuação com o antebraço, largos, ligeiramente oblíquos e proporcionais em comprimento.

Mãos: Proporcionais em relação ao comprimento dos membros, tendendo para o arredondado mais que para o comprido, mas sem se assemelhar ao pé de gato. Dedos bem conformados, juntos, conferindo uniformidade e solidez no apoio. Tubérculos digitais bem desenvolvidos e altos, de epiderme negra, espessa, dura e resistente. Unhas bem nascidas, duras e pretas de preferência.


Membros posteriores: Aprumados vistos por detrás; em perfeito paralelismo com o plano médio do corpo; de perfil, aprumos normais.

Coxa: Comprida, larga, musculosa. Nádega em curva mais ou menos acentuada, comprida e um pouco em relevo. Ângulo articular coxo-femural de 95º.

Joelho: Um pouco abaixo do abdómen, não muito afastado dele, babilha ligeiramente saliente e um pouco desviada para fora. Ângulo articular fémuro - tibial de 120º.

Perna: Boa direcção, de comprimento proporcional ao da coxa, a sua obliquidade deve estar relacionada com a inclinação da garupa.

Jarrete: Normalmente aberto e bem colocado, de completa integridade, largo e grosso. Ângulo articular tíbio - társico de 145º.

Metatarsos: de comprimento médio-curto, verticais, aproximadamente cilíndricos, de regular grossura e enxutos.

Pés: Idênticos às mãos mas de conformação um pouco mais alongada.


ANDAMENTOS: Movimentos de locomoção normais, fáceis e garbosos. Polivalente na sua função e muito adaptável aos variados terrenos, climas e tipos de caça, alterna o galope de suspensão simples e o trote largo, fácil, cadenciado.

PELAGEM:

O pêlo deve ser curto, forte, bem assente, pouco macio e denso, distribuído naturalmente por todo o corpo e quase por igual, excepto nas axilas, virilhas, terços e bragadas, em que se apresenta mais disperso e mais macio. Torna-se fino e raso na cabeça e principalmente nas orelhas, que dão a sensação de aveludadas.
Não tem pelugem.

COR: Amarela nas variedades clara, comum e escura, unicolor ou malhada de branco na cabeça, pescoço, peito e calçado.


ALTURA AO GARROTE:
Machos: 56cm +/- 4cm; 20-27 Kg
Fêmeas: 52cm +/- 4cm; 16-22 Kg


DEFEITOS:

Todo o afastamento em relação ao precedente deve ser considerado como defeito que será penalizado em função da gravidade.


Cabeça: Paralelismo dos eixos crânio-faciais. Relação de crânio - chanfro diferente de 60/40%. Estreita. Crista occipital proeminente. Seios frontais muito desenvolvidos. Presença de rugas. Sulco frontal profundo.

Olhos: Pequenos, claros, pouco expressivos; redondos.

Orelhas: Inserção média, muito grandes ou muito pequenas, de vértice pontiagudo.

Chanfro: Curto ou comprido.

Ventas: De pigmentação diferente da preta.

Lábios: Lábio superior não quadrangular. Comissura labial não perceptível. Mucosas mal pigmentadas.
Dentes em pinça.

Tronco: Pescoço muito curto. Sem barbela ou barbela pronunciada.
Peito pouco desenvolvido.
Linha dorsal enselada ou encarpada. Garupa demasiado descaída.
Cauda inteira muito curta, de inserção muito baixa ou de porte descaracterizante (vertical ou em foice).

Membros: Maus aprumos e maus pés e mãos.

Pelagem: Pêlo macio.

Timidez.


DEFEITOS GRAVES:

Cabeça: Stop pouco acentuado.

Olhos: Oblíquos. Estrabismo.

Orelhas: Carnudas, de inserção baixa, excessivamente dobradas ou em saca-rolhas.

Chanfro: Oblíquo.
Corpo demasiado comprido, tórax redondo.
Ventre arregaçado.

Pelagem: Malhas não estalonadas.
Gigantismo ou nanismo.

DEFEITOS ELIMINATÓRIOS:

Cabeça: Fortemente atípica com chanfro convexo, demasiado longo ou curto; crânio demasiado estreito. Eixos longitudinais superiores crânio - faciais divergentes.
Olhos desiguais na forma e tamanho, de cor diferente. Gázeos, amaurose congénita.
Surdez congénita.
Prognatismo ou enognatismo.
Ventas almaradas.

Corpo: Altamente atípico, evidenciando sinais de cruzamento com outras raças.
Criptorquídea ou monorquídea.

Pelagem: Diferente do tipo da raça. Albinismo
Agressividade. Timidez exacerbada.


Nota: Os machos devem sempre apresentar os dois testículos, de conformação normal, bem descidos e acomodados no escroto.
Todo o cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.




Estalão de Trabalho


ORIGEM:Portugal

DATA DA 1ª PUBLICAÇÃO do Estalão Oficial: 1988.

ACTUALIZAÇÃO: 1993; 2006

UTILIZAÇÃO: Cão de Caça

CLASSIFICAÇÃO FCI: 7ºGrupo Cães de Parar c/ Provas de Trabalho

O Perdigueiro Português é um buscador activo, tenaz e apaixonado, que bate o terreno metodicamente em procura da caça, pondo ao serviço de tal missão todo o seu olfacto e dispensando à busca toda a atenção.

Trabalha com persistência e habilidade, adaptando-se aos mais variados terrenos e às diversas condições climáticas. Mantêm uma constante ligação com o condutor, revelando-lhe pelas suas atitudes e olhares, pela posição da cauda e ainda pela forma como anda, as impressões sentidas pela sua acuidade olfactiva.

Durante a busca alterna o galope de suspensão simples e o trote largo, fácil, cadenciado, percorrendo e batendo o terreno com iniciativa mas procurando manter-se em contacto com o condutor. Dotado de um nariz apurado, normalmente busca de cabeça alta ou no prolongamento da linha superior do dorso, tomando ventos, mas pode por vezes procurar o rasto com algum detalhe e minúcia. A cauda movimenta-se lateralmente, levada na horizontal, como que marcando o ritmo.

Quando um leve eflúvio lhe desperta a actividade sensorial, diminui gradualmente o andamento encaminhando-se na direcção de onde foi captado, orelha atenta e cauda em movimentos mais lentos. Tratando-se de um falso alarme retoma de imediato a busca no andamento inicial, mas se se apercebe que a peça está próxima, diminui o andamento, orientando-se, cabeça alta e orelhas em atenção, pescoço bem estendido. Logo que a intensidade de emanações que recebe o aconselha, pára firme: cabeça imóvel apontando na direcção da peça; olhar fixo; orelhas na posição de escuta; cauda hirta, mantida na horizontal ou pouco acima; músculos sob tensão, indiferente ao que se passa em volta.

Quando parado, mal se dá conta que a peça se deslocou apeada, guia espontaneamente em andamento lento e cauteloso, eventualmente entrecortado por curtas paragens, tentando parar a peça de novo.

Cobra em terra e na água entregando com facilidade a peça ao condutor, sem a danificar.

CALENDÁRIO LUNAR DO MÊS DE ABRIL





PARA APANHAR DESTES TÊM DE IR AO CAMPO NOS DIAS DA LUA CHEIA