UM ESPAÇO ONDE TODOS OS CAÇADORES E AMIGOS DA ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES DO CONCELHO DE MAÇÃO SE PODEM REUNIR NUMA TERTÚLIA PARA DESFRUTAR DESTE NOSSO DESPORTO.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
MONTARIA EM PENHASCOSO (MAÇÃO)
Para dar inicio ás montarias aos javalis previstas no plano cinegético do calendário venatório 2011/2012, vai realizar-se no dia 22 de Outubro a primeira montaria desta Reserva de Caça Municipal.
No passado ano cinegético os resultados foram positivos, uma razão pela qual a nossa presença se fará como já vem sendo hábito neste encontro de caçadores e matilheiros.
A mancha tem sido bem tratada e guardada, as expectativas são de que irá ser uma boa montaria.
A camaradagem será de certeza do melhor e caçar entre amigos é sempre muito agradável.
Até dia 22 em Penhascoso, esperamos por ti.
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terça-feira, outubro 11, 2011
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
PERDIZES COM CALOR E CÃES NOVOS
O dia começa num ritmo acelerado, foi um corre, corre, até estarmos prontos para comparecer na Escola de Vale da Gama.
As novas tecnologias desta vez atraiçoaram-nos, o telemóvel de última geração não despertou, é o que dá juntar a hora de deitar á de levantar, mas enfim a noite foi boa e para isso não há desculpas a dar.
Mas ainda assim nem demoramos muito nem fomos os últimos, às 07H30 já estávamos no ponto de encontro a tomar o café, as perdizes é que têm de esperar mais uns minutos para se porem a mexer.
Caçadores e cães no monte, uns amigos que já há dias não iam atrás das vermelhuscas, e, pensando estar um bocado destreinados, receavam o monte, ainda para mais com cães novos, era uma impaciência que demoraria a passar mas que depois foi recompensada pelo bom trabalho demonstrado pelos canídeos.
O bater do monte pelos cães e caçadores faz com que as perdizes se levantem, levando os caçadores a exibirem os seus dotes de atiradores, foi o que fez o camarada Gomes, derrubou a sua perdiz e foi brilhante
mente cobrada pelo seu companheiro de quatro patas, o KURIKA.
Bela estreia, pecou por ser pouca quantidade, mas as condições do terreno que estava muito áspero e pelo forte calor e vento que se fazia sentir e que nos acompanhou durante todo a jornada, não permitiu que se fizesse melhor, aliás o resultado final de 19 perdizes mais uma, fosse um resultado muito bom.
Pena foi que o amigo Pinto não se tivesse estreado desta vez, mas tal como a mim, nem a todos calha a sorte, melhores dias virão e ainda a procissão vai no adro.
Esperava-se mais das esperas, mas enfim fez-se o possível.
Regressados ao centro de convívio, tivemos umas minis fresquinhas que nos refrescaram, enquanto descansadamente aguardávamos pelo almoço que se seguiu. Como vem sendo um hábito entre o nosso pessoal, o dia foi de leitão assado, que mais uma vez estava muito bom, acompanhado por um vinho frisante, muito fresquinho, que acompanhou excelentemente, e que abriu o mote para uma tarde bem passada em excelente companhia e com muita camaradagem, pena é que nestes dias as horas passem sempre mais depressa e como tínhamos uma longa viagem pela frente tivemos de se fazer á estrada, com a promessa de voltar e satisfeitos pelo dia bem passado.
Até ao próximo encontro.
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segunda-feira, outubro 10, 2011
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
ABERTURA GERAL DIA 02 DE OUTUBRO
Finalmente!
Poderá ter sido este o “desabafo” de milhares de seguidores de S. Humberto no passado sábado, dia 1 de Outubro.
Porquê? Questionar-se –à o prezado leitor menos atento ou apenas distraído, que dispôs de algum do seu precioso tempo para ler esta insignificante crónica.
A resposta é simples: “Finalmente abre amanhã a caça à perdiz!”
Considerada a rainha da caça menor”- a veloz e astuta alectoris rufa, mais conhecida por perdiz vermelha, reúne um significativo número de autênticos “lunáticos” que, por vales e cabeços devidamente atapetados por “simpáticos” aglomerados de silvas, tojos e toda a espécie de obstáculos, as perseguem na esperança de cobrar uma ou outra mais distraída que, orgulhosa e vaidosamente, pendurarão à cintura.
Domingo, 2 de Outubro.
Algum alvoroço, muita expetativa e não obstante alguma apreensão face à voz do povo: “o ano foi mau para a criação”, “trovoadas em maio”, “os bandos são pequenos”, lá compareceram, à hora aprazada e no local estipulado, os suspeitos do costume.
Num dia claro, presumivelmente quente e com um vento suão demasiado agitado partimos, com a estratégia perfeitamente delineada pela direção, na esperança de cobrarmos algumas ” vermelhuscas” apesar das condições atmosféricas não serem as mais adequadas.
E até nem começou mal! Mal tinha entrado no mato já um belo bando passava a grande altura sobre o meu boné e….Pum, Pum, Pum….. três “pregos” e lá vão elas velozmente para bem longe incomodadas com tamanha barulheira. Para não perder tudo e respeitando, como é meu timbre, o ambiente lá apanhei os cartuchinhos e alegremente continuei o meu passeio matinal.
Seria uma das poucas oportunidades que tive neste primeiro dia e, com o decorrer do tempo, o progressivo aumento da temperatura matinal, o vento pelas costas que me impedia de ouvir eventuais disparos dos colegas e a não ocorrência de qualquer outro levante fizeram-me pensar que, desta vez, a “voz do povo” estava certa.
Sem surpresas, sem perdizes, depois de palmilhar seca e meca e de retirar de um poço, três cães que resolveram praticar, à falta de melhor, um pouco de natação, cheguei finalmente a terrenos mais abertos e com maior visibilidade permitindo-me observar a movimentação da linha de caça e aperceber-me da ocorrência, com alguma frequência, de alguns disparos.
Aproximávamo-nos do final e, excetuando uma ou outra análise, insuspeita, de mais uma perdiz falhada porque o cartucho não devia ter chumbo, o pássaro passou a 150 metros e até que a” bicha” não estava suficientemente gorda, apenas registo uma amena cavaqueira entre o Diogo e um “turista” (trajava de calção) que ciosamente guardava o seu pedaço.
Entretanto, “plantado” numa sombra à beira de um “IP” rural traçado nas proximidades, mestre Raul aguardava, sem vertigens, a passagem de um desses “táxis amarelos” de pernas longas e orelhas compridas que acabaria ali a sua marcha por força de alguns furos, provocados pelo mestre, dizem uns, enquanto outros defendem que o colapso do “Táxi” naquele local, foi mera coincidência acontecendo apenas por despiste devido ao excesso de velocidade.
Depois disto só uma “jola” fresquinha e o tal almoço (rancho), bem merecido e soberbamente confecionado pela nossa cozinheira, poderiam fazer esquecer as dificuldades com que cada vez mais nos deparamos nos nossos passeios matinais.
E, para mim que já acreditava na tal “voz do povo”, surpresa das surpresas, 24 perdizes, uma lebre (táxi amarelo) e um coelho compunham o” ramalhete” que os 17 magníficos deste dia conseguiram cobrar.
Boas caçadas!
zeg
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quarta-feira, outubro 05, 2011
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
CALENDÁRIO LUNAR DE OUTUBRO
Para quem tem coragem de enfrentar as noites que começam a estar mais frescas, aqui fica o claendário com os dias da lua para Outubro.
Dizem alguns entendidos que serão as luas do Outono onde se apanharão os grandes porcos.
Essas conclusões só as tiraremos se formos ao campo, por isso boas esperas e que se realize a profecia.
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terça-feira, outubro 04, 2011
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Vª FEIRA DA PERDIZ EM MARTIM LONGO, ALCOUTIM
No fim de semana de 15 e 16 de Outubro realiza-se a 5ª edição da feira da perdiz de Martim Longo, no Pavilhão José Rosa Pereira, no concelho de Alcoutim.
Mais um evento cinegético recheado de novidades do sector da caça e que também promove o que a região tem de melhor.
Visite a feira e leve um amigo.
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terça-feira, setembro 27, 2011
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
CAÇADAS DE SETEMBRO
A pedido de vários carolas e por impedimento do repórter de serviço (moi même), cá vai o relato e os resultados da época de orelhudos deste ano cinegético.1º Domingo, saldou-se em 4 coelhos, inicio de temporada e depois de uma festa, é sempre complicado (o culpado é o calor e os cães).
2º Domingo, depois de andarem atrás de algo mais substancial, voltaram-se para o que realmente interessa e lá conseguiram fazer chegar 7 flanelas á junta, isto vai bonito, vai, vai.
3º Domingo, finalmente o esforço valeu a pena, depois dos atropelos iniciais estamos no bom caminho, 14, sim 14 logomorfos em bom estado de apresentação, muito bem.
4º Domingo, fica o relato do nosso "repórter" em serviço oficial, o Sr. Professor Gonçalves.
" "Neste dia calmo, luminoso e sem as habituais neblinas matinais na zona, compareci pela primeira vez, na presente época venatória, na zona de caça que me tem proporcionado alguns dos mais significativos momentos de convívio e memoráveis lances de caça. Com uma vontade inabalável, apetrechados da mais moderna tecnologia e acompanhados por canídeos de diversas “marcas” desde “ferraris” (amarelos e de tração total) a rafeiros e cruzados das melhores famílias (alguns da zona do Estoril) enfrentámos, corajosa e teimosamente, estevas, balsas e tojos que, sendo donos do pedaço, se dedicaram durante toda a manhã a escrever nas pernas dos “inocentes caçadores”, autênticos mapas de estradas inexistentes no local. A coisa até nem começou mal. O Diogo, sem saber ler nem escrever, deu o mote cobrando o primeiro “flanelas” do dia. Dizem as más-línguas que o dito aparentava claramente sinais de subnutrição deslocando-se com evidentes dificuldades. Valeu a carriça que, com pena do bicho, rapidamente o transportou entregando-o ao atirador. Esta” fartura” seria sol de pouca dura e a manhã foi decorrendo sob um sol abrasador que foi minando a vontade dos caçadores e arruinando o trabalho dos “ferraris” que, em matos densos e extremamente secos, dificilmente poderiam fazer melhor. Um latido, um ou outro tiro e a maioria dos poucos coelhos avistados seguiu paulatinamente o seu caminho refugiando-se rapidamente nos matos fortes e quase inacessíveis. A história terminaria aqui, seguindo-se para o bem merecido almoço, se não fosse um episódio pouco usual mas presenciado por diversas testemunhas. Numa última tentativa para compor o fraco quadro de caça resolvemos bater um cabeço de estevas usualmente frequentado por diversas “flanelas”. Coelhos nem vê-los, o espaço estava ocupado pelas “vermelhuscas” que, assustadas com a movimentação, voaram nas mais variadas direções observadas por alguns “gulosos” que, por força da lei mantiveram as escopetas silenciosas. Porém nem todas tiveram a mesma sorte! Uma delas, quicá nova ou mais assustadiça, ao vislumbrar um tal L. Jorge, careca por opção segundo as suas próprias palavras, assustou-se de tal maneira com o brilho do artista que esbarrou num cabo de média tensão caindo redonda a seus pés. Não restam dúvidas que o infeliz bicho ter-se-á suicidado por motivos ainda não totalmente esclarecidos suspeitando-se de fortes poderes ocultos de algum dos confrades que se encontravam nas imediações. O caso foi entregue ao Presidente que, face ao inusitado da situação, me chamou ao seu gabinete instando-me a informar todos os que não estiveram presentes desta nova modalidade de caça – Enxota para as linhas de cobre da EDP (é favor não levar o cobre porque vai fazer falta para as próximas caçadas). Seguiu-se o almoço, como sempre divinal e com mesa especial para os que não gostam de conduto de entrepernas (mais conhecido por queijo),regado com tinto local e também com uma ”pomada” de Freixo de Espada à Cinta que um tal J. Leitão nos quis dar a degustar. …………….E ainda houve bolo de mel! Boas caçadas Avessada,25/09/2011, Zeg"
" "Neste dia calmo, luminoso e sem as habituais neblinas matinais na zona, compareci pela primeira vez, na presente época venatória, na zona de caça que me tem proporcionado alguns dos mais significativos momentos de convívio e memoráveis lances de caça. Com uma vontade inabalável, apetrechados da mais moderna tecnologia e acompanhados por canídeos de diversas “marcas” desde “ferraris” (amarelos e de tração total) a rafeiros e cruzados das melhores famílias (alguns da zona do Estoril) enfrentámos, corajosa e teimosamente, estevas, balsas e tojos que, sendo donos do pedaço, se dedicaram durante toda a manhã a escrever nas pernas dos “inocentes caçadores”, autênticos mapas de estradas inexistentes no local. A coisa até nem começou mal. O Diogo, sem saber ler nem escrever, deu o mote cobrando o primeiro “flanelas” do dia. Dizem as más-línguas que o dito aparentava claramente sinais de subnutrição deslocando-se com evidentes dificuldades. Valeu a carriça que, com pena do bicho, rapidamente o transportou entregando-o ao atirador. Esta” fartura” seria sol de pouca dura e a manhã foi decorrendo sob um sol abrasador que foi minando a vontade dos caçadores e arruinando o trabalho dos “ferraris” que, em matos densos e extremamente secos, dificilmente poderiam fazer melhor. Um latido, um ou outro tiro e a maioria dos poucos coelhos avistados seguiu paulatinamente o seu caminho refugiando-se rapidamente nos matos fortes e quase inacessíveis. A história terminaria aqui, seguindo-se para o bem merecido almoço, se não fosse um episódio pouco usual mas presenciado por diversas testemunhas. Numa última tentativa para compor o fraco quadro de caça resolvemos bater um cabeço de estevas usualmente frequentado por diversas “flanelas”. Coelhos nem vê-los, o espaço estava ocupado pelas “vermelhuscas” que, assustadas com a movimentação, voaram nas mais variadas direções observadas por alguns “gulosos” que, por força da lei mantiveram as escopetas silenciosas. Porém nem todas tiveram a mesma sorte! Uma delas, quicá nova ou mais assustadiça, ao vislumbrar um tal L. Jorge, careca por opção segundo as suas próprias palavras, assustou-se de tal maneira com o brilho do artista que esbarrou num cabo de média tensão caindo redonda a seus pés. Não restam dúvidas que o infeliz bicho ter-se-á suicidado por motivos ainda não totalmente esclarecidos suspeitando-se de fortes poderes ocultos de algum dos confrades que se encontravam nas imediações. O caso foi entregue ao Presidente que, face ao inusitado da situação, me chamou ao seu gabinete instando-me a informar todos os que não estiveram presentes desta nova modalidade de caça – Enxota para as linhas de cobre da EDP (é favor não levar o cobre porque vai fazer falta para as próximas caçadas). Seguiu-se o almoço, como sempre divinal e com mesa especial para os que não gostam de conduto de entrepernas (mais conhecido por queijo),regado com tinto local e também com uma ”pomada” de Freixo de Espada à Cinta que um tal J. Leitão nos quis dar a degustar. …………….E ainda houve bolo de mel! Boas caçadas Avessada,25/09/2011, Zeg"
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segunda-feira, setembro 26, 2011
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
FEIRA DE CAÇA E PESCA EM BADAJOZ
Neste próximo fim de semana (15 a 18 de Setembro), vai realizar-se em Badajoz, mais uma edição da FEICEX , feira de caça e pesca da provincia de Estremadura.
Mais um evento do sector da caça e da pesca que valerá a pena visitar.
para todos os que forem haverá decerto bons motivos para regressarem satisfeitos, boa feira.
. Día 15, de 12 h. 21 h.
. Día 16, de 11 h. a 21 h.
. Día 17, de 10 h. a 21 h.
. Día 18, de 10 h. a 20:30 h.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
CALENDÁRIO LUNAR DE SETEMBRO
Com as noites já bastante fresquinhas, a vontade de ir esperar os porcos começa a diminuir, mas nesta altura em que as vinhas têm os cachos de uvas maduras, torna-se obrigatório a espera nestas vinhas, a dificuldade reside em que vinha escolher. Sortudo será o proprietàrio que tenha á guarda da vinha um dos nossos amigos com a espingarda á espreita.
Boas caçadas, e levem agasalho.
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segunda-feira, setembro 05, 2011
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DIA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
O dia 15 de Agosto, marca o início do calendário venatório.
Um dia esperado por muitos milhares de caçadores portugueses.
Neste dia saem do estojo uns milhares de armas, saem das prateleiras das espingardarias uns milhares de cartuchos.
Fazem-se ao campo com esperanças de um grande dia de caça. Rolas, pombos e patos fazem já parte do seu imaginário de há uns dias para cá, os sonhos giram todos á roda destas ideias.
Cada caçador vem vigiando a sua zona de caça, controlando as espécies que por lá vão procurando comida e refúgio. São traçados planos e começam a guardar-se posições estratégicas, cada um com a querença de que ali é que vai ser do melhor. Começa a saga das noites mal dormidas, e, não é só do calor da época.
Cientes de que o serviço de campo está bem feito, com o couto cuidado na perfeição, as expectativas encontram-se em alta.
E foi assim com estas expectativas, que se reuniram neste dia na Casa de Convívio de Avessada, duas dezenas de sócios da Associação de Caçadores do Concelho de Mação (A.C.C.M.).
Concentração às 05H30 como mandam as regras.
Feitos os cumprimentos da praxe, licenças conferidas, tomou-se um cafezinho e deu-se início ao sorteio das portas, que irá ditar a sorte e o azar dos caçadores, mas é a forma mais honesta de caçar, não há lugar para dúvidas, evitam-se confusões e noites passadas ao relento, coisas do passado.
Muito diferente de muitas zonas de caça em terreno ordenado, onde ainda hoje para se dar um tiro a uma rola, tem de se passar a noite no local, uma autêntica selvajaria e dos piores exemplos para um território cinegético que se quer ordenado.
Clareia o dia já com todos os caçadores colocados, surgem as primeiras rolas, fazem-se aos cevadouros confiantes, ouvem-se os primeiros tiros e os primeiros pássaros são cobrados com êxito.
Durante as duas primeiras horas há um constante evoluir das rolas de um lado para o outro da mancha escolhida para a colocação dos cevadouros e das portas. As entradas fazem-se a um bom ritmo, bandos de oito rolas são uma visão ainda possível de observar por aqui, muito bom até ao momento, espera-se um bom resultado, embora só estejam dezoito armas a atirar.
Os pombos, mais desconfiados, pouco se mostraram, com tiros e pessoal no monte mostram-se esquivos e ariscos, serão tímidos?
Muitos tiros, muita agitação, espera-se um bom resultado, claro que tudo dentro dos padrões considerados normais para a época actual, não poderemos comparar com os tempos de antigamente, havia caçadores que até consideravam mal empregado gastar um cartucho muna rola, um animal tão pequeno, enfim longe vão esses tempos.
Uma manhã bem passada, o pessoal retorna para Avessada, local do almoço. Compõe-se o “tableau de chasse”, quarenta e quatro rolas e um pombo, resultado final apresentado por dezoito armas, podia ser pior.
O resultado não é de encher o olho, mas deixa a direcção da reserva cheia de orgulho pelo bom trabalho que desenvolveu, empenharam-se e mostraram que quando o trabalho de casa é bem feito os resultados aparecem, como diz o outro “o homem pensa e a obra nasce”.
Ao final do dia e como vem sendo já um hábito entre os populares da Avessada que tão bem nos recebem, e nós sócios da (A.C.C.M.), houve um lanche com o resultado da caçada, porque as rolas são boas é assadas na brasa e de preferência no próprio dia, assim se cumpriu mais uma a tradição.
A todos participantes um bem-haja e até ao próximo encontro.
J.R.
Um dia esperado por muitos milhares de caçadores portugueses.
Neste dia saem do estojo uns milhares de armas, saem das prateleiras das espingardarias uns milhares de cartuchos.
Fazem-se ao campo com esperanças de um grande dia de caça. Rolas, pombos e patos fazem já parte do seu imaginário de há uns dias para cá, os sonhos giram todos á roda destas ideias.
Cada caçador vem vigiando a sua zona de caça, controlando as espécies que por lá vão procurando comida e refúgio. São traçados planos e começam a guardar-se posições estratégicas, cada um com a querença de que ali é que vai ser do melhor. Começa a saga das noites mal dormidas, e, não é só do calor da época.
Cientes de que o serviço de campo está bem feito, com o couto cuidado na perfeição, as expectativas encontram-se em alta.
E foi assim com estas expectativas, que se reuniram neste dia na Casa de Convívio de Avessada, duas dezenas de sócios da Associação de Caçadores do Concelho de Mação (A.C.C.M.).
Concentração às 05H30 como mandam as regras.
Feitos os cumprimentos da praxe, licenças conferidas, tomou-se um cafezinho e deu-se início ao sorteio das portas, que irá ditar a sorte e o azar dos caçadores, mas é a forma mais honesta de caçar, não há lugar para dúvidas, evitam-se confusões e noites passadas ao relento, coisas do passado.
Muito diferente de muitas zonas de caça em terreno ordenado, onde ainda hoje para se dar um tiro a uma rola, tem de se passar a noite no local, uma autêntica selvajaria e dos piores exemplos para um território cinegético que se quer ordenado.
Clareia o dia já com todos os caçadores colocados, surgem as primeiras rolas, fazem-se aos cevadouros confiantes, ouvem-se os primeiros tiros e os primeiros pássaros são cobrados com êxito.
Durante as duas primeiras horas há um constante evoluir das rolas de um lado para o outro da mancha escolhida para a colocação dos cevadouros e das portas. As entradas fazem-se a um bom ritmo, bandos de oito rolas são uma visão ainda possível de observar por aqui, muito bom até ao momento, espera-se um bom resultado, embora só estejam dezoito armas a atirar.
Os pombos, mais desconfiados, pouco se mostraram, com tiros e pessoal no monte mostram-se esquivos e ariscos, serão tímidos?
Muitos tiros, muita agitação, espera-se um bom resultado, claro que tudo dentro dos padrões considerados normais para a época actual, não poderemos comparar com os tempos de antigamente, havia caçadores que até consideravam mal empregado gastar um cartucho muna rola, um animal tão pequeno, enfim longe vão esses tempos.
Uma manhã bem passada, o pessoal retorna para Avessada, local do almoço. Compõe-se o “tableau de chasse”, quarenta e quatro rolas e um pombo, resultado final apresentado por dezoito armas, podia ser pior.
O resultado não é de encher o olho, mas deixa a direcção da reserva cheia de orgulho pelo bom trabalho que desenvolveu, empenharam-se e mostraram que quando o trabalho de casa é bem feito os resultados aparecem, como diz o outro “o homem pensa e a obra nasce”.
Ao final do dia e como vem sendo já um hábito entre os populares da Avessada que tão bem nos recebem, e nós sócios da (A.C.C.M.), houve um lanche com o resultado da caçada, porque as rolas são boas é assadas na brasa e de preferência no próprio dia, assim se cumpriu mais uma a tradição.
A todos participantes um bem-haja e até ao próximo encontro.
J.R.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
ALMOÇO CONVÍVIO 2011
Vale da Gama 7/8/2011
Depois de um processo complexo e moroso conduzido por alguns, poucos, “carolas” que levaram a bom porto a renovação da nossa reserva associativa, eis que está prestes a iniciar-se mais uma época cinegética, entendendo-se como tal o exercício da caça.
Cabe aqui portanto e antes de quaisquer outras considerações, um agradecimento a todos os proprietários, direcção, sócios ou apenas amigos que contribuíram de alguma forma para fortalecer o espírito associativo, que nos dias que correm vai sendo uma miragem tornada realidade, por força de alguns ”teimosos” que não desistem facilmente.
Hoje, não houve caça, não houve tiros nem o habitual bulício de cães e caçadores, mas houve tudo aquilo que o ser humano, prisioneiro de bens materiais e “enjaulado” em florestas de betão, vem paulatinamente perdendo, o respeito, a amizade, a compreensão e a confraternização entre todos os que se atrevem a pensar que a vida é um processo constante de relacionamentos.
Como nota final aqui fica uma saudação especial ao novo sócio, ao pessoal da cozinha e ao amigo Lopes que preparou e serviu, com requinte, o tal porquinho assado no espeto que afinal foi o principal prejudicado neste almoço/convívio da nossa associação.
Para os faltosos (excepção feita aos impedidos por motivos profissionais) roam-se de inveja!
Saudações cinegéticas:
ZeG
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