sábado, 25 de maio de 2013

5º ANIVERSÁRIO DO FÓRUM KACIPESCA

No dia 16 de Junho o fórum KACIPESCA, onde eu tenho o privilegio de ser um modesto moderador, vai festejar o seu quinto aniversário.
Este fórum onde eu já participo de forma modesta desde quase  seu inicio, tem pautado com o são convívio e a boa educação dentro da difícil arte em trono da caça.
Não somos grandes caçadores e muito menos elitistas, defendemos o direito á caça para todos, mas defendemos também que as coisas devem ser organizadas, somos no fundo um grupo de carolas que gostam de se reunir atrás de um ecrã de computador e que de vez em quando organiza umas coisas engraçadas.
Vai ser uma festa de arromba a realizar no Alentejo, Herdade da Revenduda, que fica entre Fronteira e Sousel.
Um exemplo a seguir por quem realmente se interessa sem interesse pela caça, faz muito pelo são convívio e defende as amizades com muito fervor.
J.R.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

1º FESTIVAL DAS SOPAS DE PEIXE




Como nem só de caça vive o homem, temos de dar então destaque ao que de bom acontece pelas vizinhanças.
Portanto é já neste fim de semana que em Vila-Velha-de-Ródão, acontece o 1º Festival das Sopas de Peixe do rio.
Como costumamos ser aficcionados deste manjar, é uma boa razão para se rumar até aquelas terras para degustar de tão apreciado petisco.
Deixo a lista de restaurantes aderentes e bom fim de semana, se possível com "sopas".
J.R.

Restaurantes aderentes:

Restaurante da Estalagem das Portas de Ródão
Rua da Senhora da Alagada - V.V. de Ródão
Telefone: 272 541 196

Restaurante “A Ponte do Enxarrique”
Estrada Nacional 18- V.V. de Ródão
Telefone: 272 541 306

Restaurante “Júlio”
Estrada Nacional 18 – V. V. de Ródão
Telefone: 272 545 306

Restaurante “O Mangual”
Rua de Santana, 784 – V. V. de Ródão
Telefone: 91 65 22 650

Restaurante “Varanda da Vila”
Rua de Santana, nº925 – V. V. de Ródão
Telefone: 272 541 088

Restaurante “Rato”
Alfrívida
Telefone: 272 989 388

Restaurante “Vale Mourão”
Foz do Cobrão
Telefone: 96 65 04 149

quarta-feira, 15 de maio de 2013

CALENDÁRIO VENATÓRIO 2013/2014



Para os mais distraídos e mais esquecidos publica-se o calendário venatório para a época de 2013/2014.
Como podem observar as alterações não são nenhumas em relação ao ano 2012/2013.
Temos fé de que o nosso santo padroeiro, que é o Santo Huberto, tenha velado pelos nossos coelhos, pelas nossas perdizes e lebres, que traga algumas rolas e galinholas, tordos e pombos com abundância, e que hajam porcos para animar as montarias
Esperamos assim que este ano seja um bom ano de caça e que o principal, que é o convívio salutar entre todos esteja salvaguardado, que todos tenhamos sorte e saúde para que a época que aí vem decorra como esperamos.
Boas caçadas a todos.
J.R.



sábado, 4 de maio de 2013

TODOS ÁS BODAS DE PRATA DA EXPOCAÇA




Pois é já no fim de semana de 10, 11 e 12 de Maio que em Santarém se irá realizar a 25ª Expocaça.
São razões mais que suficientes para irmos de visita a esta feira do nosso querido desporto.
Esperemos que os armeiros e todos os demais intervenientes no mundo da caça compareçam em força para tornar a feira aliciante e assim os 25 anos de vida da feira terem tido significado.




Durante a feira irá decorrer um concurso de fotos de caça, vejam programa.



Também irá ser apresentado um grupo que vai organizar eventos de caça maior em Portugal, é o "Grupo Montaria".

quinta-feira, 2 de maio de 2013

LUA DE MAIO

Está aí o mês de Maio e com ele o inicio das esperas nocturnas ao javali. 
Apresenta-se o calendário lunar para o mês de Maio.
Esperamos que as esperas corram da melhor maneira, nunca deveremos esquecer que a caça de espera é selectiva.
Devemos respeitar os animais para continuar a ter sempre motivos para ir ao campo.
Boas esperas.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

30ª OVIBEJA



V Feira da Caça, Pesca e Natureza do Oeste

V feira da caça, pesca e natureza do oeste 2013. Será já nos próximos dias, este belo certame será nos dias 25 a 28 de Abril 2013, O Parque Regional de Exposições (Expotorres), em Torres Vedras, acolhe a realização da 5.ª edição da Feira da Caça, Pesca e Natureza do Oeste. Esta mostra contará com atividades permanentes, que incluem uma exposição de fauna viva e espécies cinegéticas, um campo de treino de caça para cachorros e tasquinhas da caça (na zona de exposição); bem como com um conjunto de iniciativas diverso que passa pela realização de concursos de cães de caça, demonstrações de cães de parar, largada de perdizes, corridas de galgos, animação e demonstrações equestres, colóquios e momentos de animação.Com a iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Torres Vedras, a Federação das Zonas de Caça do Oeste- Oestecaça e a Associação Portuguesa de Equitação de Jovens Cavaleiros, em colaboração com a Comissão Municipal de Cinegética e produção a cargo da Promotorres E.E.M, pretende-se divulgar o património cinegético, natural e paisagístico e as atividades equestres, bem como todas as associações do concelho cuja actividade se liga a esta temática. Evento a não faltar


domingo, 7 de abril de 2013

ABETARDA - AVE DO ANO 2013








Onde observar a abetarda?
A
abetarda vive em meios agrícolas abertos, sem arbustos e com árvores
escassas, normalmente em mosaicos de cereal de sequeiro, leguminosas,
restolhos, pastagens e pousios. Ocorre quase exclusivamente na planície
alentejana, onde pode ser observada nas IBA’s (Áreas Importantes para as
Aves) de Castro Verde, Cuba, Campo Maior, Vila Fernando/Veiros e
Mourão/Moura/Barrancos.

O que come?
Os
adultos são principalmente herbívoros, consumindo folhas tenras,
rebentos, flores e também algumas sementes. Os pintos alimentam-se, numa
primeira fase, de insectos e outros invertebrados do solo, e com o
crescimento passam para uma dieta vegetal.

Estatuto de conservação
A
abetarda sofreu um declínio acentuado desde o século XIX, tendo-se
extinguido em muitos países da Europa. Dentro da União Europeia, as
maiores populações encontram-se em Espanha e em Portugal, existindo
ainda populações relíquia em vários países Centro Europeus. Em Portugal
existem apenas 1500 abetardas e a espécie encontra-se Em Perigo de
extinção.



Ameaças
As
principais ameaças para a abetarda estão relacionadas com a alteração do
uso do solo e com a mortalidade de aves por causas não naturais. A
intensificação agrícola é particularmente grave, devido à substituição
dos mosaicos extensivos por regadio e culturas permanentes. Também o
abandono dos campos, traduzido na florestação de terras agrícolas, faz
desaparecer o habitat desta espécie.

A mortalidade causada por
colisão com cabos de transporte de electricidade e a caça furtiva são
localmente muito negativos. É fundamental que os troços mais negros da
rede eléctrica nacional sejam sinalizados e que a instalação de novas
linhas seja bem planeada.

A importância da Política Agrícola Comum para a abetarda
A
agricultura já não produz apenas bens alimentares e fibras. Produz
também serviços. Neste contexto, é necessário que os agricultores,
proprietários agroflorestais e os decisores políticos saibam que a
biodiversidade rural é uma mais-valia económica, na valorização dos
produtos e serviços agrícolas. Uma agricultura de usos múltiplos,
baseada na qualidade do ambiente, é essencial para o desenvolvimento
sustentável do país.

A política agrícola da Europa precisa
urgentemente de uma reforma. Há mais de 50 anos que práticas agrícolas
nocivas poluem o solo, água e ar, e são subsidiadas e incentivadas pela
União Europeia, enquanto a agricultura sustentável é renegada para
segundo plano. É hora de mudar a Política Agrícola Comum (PAC), de modo a
apoiar as boas práticas agrícolas e o desenvolvimento rural
sustentável. A PAC deve subsidiar práticas que respeitem a natureza,
produzam alimentos saudáveis, de modo sustentável, para as gerações
futuras. Os eurodeputados e o governo Português têm o poder de votar uma
PAC que não desperdice o dinheiro público e apoie a produção de
alimentos através de práticas agrícolas que protejam o solo, a água e a biodiversidade. Uma PAC exigente em padrões ambientais, que crie medidas
de desenvolvimento rural sustentável realmente eficazes. Isso vai
beneficiar os agricultores, a sociedade actual e as gerações futuras.

fonte spea


Fonte: speafonte spea

domingo, 24 de março de 2013

ARTIGOS DE OPINIÃO – TEMA “ QUAL O PERIODO EM QUE SE DEVE CAÇAR JAVALIS”



Sobre este tema já muito se escreveu e muito se irá escrever ainda, mas como é um tema que é dado a muitas contradições, surgiu-me a ideia de o debater com os leitores deste blogue e abrir uma linha de respostas e de opiniões que serão publicadas e dadas a conhecer publicamente.


Recentemente li e vi num site de uma rede social um relato de uma espera aos javalis realizada há poucos dias numa herdade explorada em regime de caça turística, onde o gestor da mesma exibe num tableau de chasse, que para mim é uma tristeza, quatro javalis abatidos nessa mesma espera.

Pelo aspecto dos javalis, não há nenhum navalheiro nem a meu ver qualquer animal que fosse selectivo, a não ser pela grande densidade de animais que por lá possam andar, não encontro razões para que se cometam estes actos nos dias que correm, ainda para mais com a opinião pública e os defensores dos animais sempre com os olhos postos em cima de nós, não perdendo uma oportunidade para tomarem partido a nosso desfavor, são pontos perdidos por nós, não nos podemos permitir a estes tipos de coisas, mas afinal “nós” às vezes somos mesmo maus naquilo que fazemos e naquilo que transmitimos. Os animais selvagens ainda não pedem dinheiro a ninguém para comer, acho que serem assim abatidos, sem se saber ao certo qual o sexo está muito mal feito e demonstra uma mentalidade retrograda da pessoa que faz isto, é um procedimento condenável, até pelo facto de que o senhor em questão é um ” gestor” de caça.

Isto foi uma nota introdutória para expressar aquilo que penso sobre o defeso desta espécie, não servindo de exemplo para nada, uma vez que até é um exemplo muito mau.



Nesta época do ano, seria bom que se deixasse o campo e os animais em sossego, os animais têm direito a procriar com calma e a nós é-nos exigido que os respeitemos, “O defeso respeitarás, ou caça não terás”, é um ditado muito antigo, mas com muita verdade.

Eu sou defensor de que as batidas, ganchos e montarias deviam ou podiam começar talvez mais cedo, por exemplo a meados de Setembro e terminarem no final de Janeiro.

O seu começo mais cedo não tem nada de extraordinário, até porque as famosas “milharias”, são em alguns casos umas autênticas montarias, por isso mais vale serem as coisas legalizadas e chamadas pelos nomes, acabava-se logo com esse tipo de problemas.

A razão para terminarem mais cedo é de que em Fevereiro e muitas vezes já em finais de Janeiro, as javalinas aparecem prenhes, numa percentagem muito elevada. Daí que é urgente defender estes animais e deixá-los procriar em tranquilidade, corremos o risco de não os ter para caçar no futuro, de uma maneiro ou doutra, os animais escorraçados por cães durante uma montaria, sendo por exemplo fêmeas prenhes, procurarão paragens mais sossegadas para darem á luz, levando assim os futuros efectivos para outras paragens. Virão outros, dirão alguns, mas o que eu observo é que dificilmente uma porca que vai parir fora de uma zona onde viveu, trará para o local de onde foi tirada á força a sua prole, os animais têm sentido e demoram muito tempo a voltar, às vezes gerações inteiras poderão ser perdidas.

Entendo que se devia caçar ao javali no período de Junho ao final de Agosto pelo processo de espera nocturna, pelo processo de montarias, batidas e ganchos, de 15 de Setembro até 31 de Janeiro.

Aguardo por opiniões e ideias. Enviem para reizinhoster@gmail.com ou jareizinho@refer.pt as vossas respostas para serem publicadas e apreciadas por todos, certamente que será uma mais-valia para todos, sendo que somos visitados por caçadores, e não só, de todo o mundo, fico então a aguardar por vós, escrevam e gozem o defeso ajudando o campo e os animais.

J.R.







quarta-feira, 13 de março de 2013

TEMPO DE DEFESO, TEMPO DE DESESPERO............





Ainda só se passaram uns poucos de dias e já o pessoal está com saudades de ir para o campo.

Pelo menos no que me diz respeito, tenho já um nervoso miudinho que me deixa cheio de ansiedade.

Sei que temos de deixar a natureza seguir o seu ritmo para restabelecer todas as alterações provocadas por nós e não só, também do ciclo da vida.

Este ano tudo indica que será um bom ano de criação para as perdizes, tem havido muita chuva o que promete um bom coberto vegetal e também a proliferação de insectos, primordiais para os primeiros tempos dos perdigotos.

Haverá também até tarde água nos ribeiros que irão garantir uma bom abastecimento das nascentes e pontos de água reforçando com boas provisões para o Verão.

As sementeiras foram afectadas pelo excesso de chuva, mas ainda assim as terras foram lavradas e isso vai permitir que do pouco que nasça se aproveite ainda qualquer coisa que faça atrair os porcos para esses locais para ver se permitem fazer umas esperas lá mais para a frente.

Nestes dias de sequeiro, resta-nos ainda umas idas aos tortulhos para acompanhar a lampreia, é um petisco divinal, quando bem preparado, agora é o tempo dele, quem puder que se desforre a aproveite ao máximo a época.

Seguidamente teremos umas idas á pesca dos barbos e das carpas, que farão as delícias gastronómicas em “sopas de peixe” , peixe assado na brasa ou frito de cebolada, são também petiscos de eleição.

Portanto e até virem os dias de esperas ao javali, lá mais para o final de Maio, que os listados têm de começar a comer por eles, vamos indo ao campo acompanhar o desenvolvimento das espécies cinegéticas, se for necessário ajudar vamos fazê-lo, porque não com umas esperas às raposas e aos saca rabos como se faz na nossa vizinha Espanha?

Podemos também e á falta de searas com cevada, trigo ou centeio, ir começando a fazer uns cevadouros, ajuda no crescimento dos bacoritos e também vão os grandes habituando-se á paparoca ficando menos desconfiados.

Não faltam assim motivos para nos mantermos ocupados pelo campo, temos de estar é com vontade e ter tempo disponível para tal, mas arranja-se sempre um bocado, e um passeio pelo campo faz tão bem á paz de espirito, aproveitem a época do defeso da melhor forma.

J.R.