Isto é o que está na forja e que se prepara para ser aplicado no sector da caça menor no nosso pouco esclarecido Portugal. A QUERQUS sem o mínimo de estudo cientifico prepara-se através de baixo assinados levar á proibição da caça á rola brava e a outras espécies. Se a nossa tutela for "enganada" por estes pseudo defensores da caça estamos em maus lençóis. Não deixa de ser preocupante o que se passa com a rola brava, mas esse problema chama-se "MARROCOS" que com a crescente procura dos mais endinheirados para a caça á rola, desenvolve uma prática de sementeiras em extensões enormes e que faz com que estes animais não tenham necessidade de vir até á Península Ibérica procurar comida e zonas de reprodução. Este é um problema que também Espanha está a atravessar.
Seria óptimo que os nossos políticos compreendessem qual é a principal razão desta redução da espécie no nosso território e finalmente fizessem alguma coisa pela caça que não fosse só proibir.
"É necessário proibir a caça da Rola-brava (Streptopelia turtur) para proteger a espécie
A Rola-comum ou rola-brava (Streptopelia turtur) é uma espécie migradora que está a desaparecer a um ritmo galopante e preocupante em Portugal e na Europa, estimando-se que a sua população tenha decrescido 70% nos últimos 10 anos.
A rola-comum é uma espécie estival que outrora se distribuía pelo País, principalmente no Norte, ocorrendo em áreas
florestadas e em terrenos agrícolas adjacentes. A destruição do habitat, a caça excessiva e a perseguição nas áreas de nidificação e invernação, parecem estar na origem da sua acentuada regressão.
Para piorar a situação, em Portugal é comum a abertura da caça à rola ser durante o mês de Agosto, período durante o qual existem muitas rolas em nidificação, com crias no ninho e, pontualmente, ovos de posturas tardias ou segundas posturas.
A Quercus considera que a irresponsabilidade e insensibilidade demonstrada nesta matéria pelos sucessivos governos pode contribuir, no curto prazo, para uma situação de extinção da Rola-brava em Portugal.
Todos os anos as associações ambientalistas e algumas organizações do setor cinegético têm alertado publicamente os responsáveis políticos para o problema premente do risco de extinção da Rola-brava.
Não podemos esquecer, que a nível mundial existem exemplos de outras aves cinegéticas que se extinguiram por inoperância dos decisores políticos. O triste destino do Pombo-viajante americano, que foi considerado a ave mais abundante do mundo e cujo último exemplar morreu num jardim zoológico em 1914. A extinção é para sempre.
Apesar da existência de um Plano de Gestão da União Europeia para a Rola-brava, ao abrigo da Diretiva Aves que prevê medidas essenciais e urgentes como a publicação anual de estatísticas da caça credíveis, o desenvolvimento de um modelo populacional preditivo para calcular o abate anual sustentável, o estudo do sucesso reprodutor e da mortalidade invernal e dos fatores que os afetam, em vigor desde 2006, quase nada foi feito em Portugal.
A Quercus apela, assim, à Ministra da Agricultura e ao Ministro do Ambiente que proíbam, com carácter de urgência, a caça à Rola-brava, de modo a prevenir a extinção desta magnífica espécie.
Caça continua a contaminar com chumbo os solos, sedimentos e cadeia alimentar
O chumbo é um metal pesado altamente venenoso para o ser humano e para os animais. As aves, ao ingerirem grãos de areia e pequenas pedras para ajudar a digestão, acabam por também ingerir as pequenas esferas de chumbo dos cartuchos usados na caça. Daí resulta a intoxicação conhecida por saturnismo, com efeitos adversos na saúde das aves, podendo inclusive levar à sua morte.
Tendo em conta os largos milhões de cartuchos usados anualmente na caça no nosso País, são muitas as toneladas de chumbo que, ano após ano, se vão acumulando nas nossas áreas naturais, com especial impacte nas zonas húmidas.
Estima-se que a utilização de chumbo nas munições, só na América do Norte, provoca anualmente a morte de 2,6 milhões de patos por envenenamento, situação que levou à proibição de utilização deste tipo de munições na caça às aves aquáticas em vários países europeus como a França, Espanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Noruega.
Estudos recentes em Portugal descrevem valores de envenenamento para o pato-real que em alguns períodos chegam perto dos 60%, provando a ocorrência de mortalidade devido a esta causa no nosso país.
Quercus defende a interdição imediata e total do uso de chumbo como munição em todo o território nacional, à semelhança de outros países europeus.
Caça de aves aquáticas é anacrónica, contraproducente e perigosa para as espécies
A Quercus pede ao governo que proíba a caça às aves aquáticas, principalmente àquelas consideradas ameaçadas ou com populações diminutas.
As aves aquáticas são muito procuradas por fotógrafos de natureza. Consideramos anacrónico o abate destes belos animais só pelo desporto, uma vez que a maioria das aves aquáticas nem sequer é comida após ser abatida como peça de caça.
Dentro das aves aquáticas destacam-se quatro espécies ameaçadas de patos (frisada, pato-trombeteiro, zarro-comum e zarro-negrinha), todas com efetivos residuais em Portugal."
UM ESPAÇO ONDE TODOS OS CAÇADORES E AMIGOS DA ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES DO CONCELHO DE MAÇÃO SE PODEM REUNIR NUMA TERTÚLIA PARA DESFRUTAR DESTE NOSSO DESPORTO.
sábado, 2 de agosto de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
VISITE A EXPOLIMA - FEIRA DE CAÇA PESCA E LAZER
A Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima é um motor de divulgação das alternativas à tradicional oferta turística. O evento visa divulgar todos os ramos, serviços e actividades ligadas ao sector da caça, da pesca e lazer, colmatando uma lacuna importante, numa região cheia de tradições e potencial turístico.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
EXPOCAÇA EM SANTARÉM DIAS 16 A 18 DE MAIO
Este ano vou a Santarém á EXPOCAÇA.
No dia 18 andarei por lá entre as 15 e as 18 horas.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
sábado, 15 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
A VERDADE
A pedido de várias famílias aqui vai o relato da montaria
conjunta com os caçadores da Maceira.
Mas no fundo até foi uma manhã agradável onde se
confraternizou com muita gente já conhecida e que é sempre um prazer rever, os
matilheiros, os monteiros, enfim os amigos do costume e outros novos que sempre
vão aparecendo.
Partiu-se para a mancha a ameaçar chuva, o que obrigou a
irmos carregados com alguns extras que dificultam e atrasam as cosias mais um
bom bocado, também colocar todos os caçadores vindos num autocarro de passeio e que dependem de outros para irem para as portas, é uma logística difícil de gerir
mas que se faz com boa vontade e foi o que aconteceu.
O almoço ajantarado decorreu com normalidade, tendo todos os participantes nesta jornada de caça maior ficado satisfeitos e com vontade de voltar.
Para o ano há mais.
J.R.
BALANÇO DA ÉPOCA 2013/2014
A época de caça deste ano
cinegético decorreu dentro da normalidade.
A abertura às rolas foi fraca
tendo em conta que os abates não foram nada de especial, mas ainda assim foi um
bom dia de convívio entre todos.
Na abertura às perdizes verificou-se
como já se esperava, haver uma boa densidade de bandos. O número de peças
abatidas é que não corresponde á realidade, devido á triste realidade que nos é
apresentada no campo, cada vez se torna mais difícil andar no monte, tal é a
densidade de matorral que nos dificulta a progressão para sermos capazes de dar
a volta aos bandos das vermelhinhas. Ainda assim na maioria dos dias o número
de peças foi de uma por caçador, não é mau!
Tordos e pombos não deram muito
trabalho nem gastaram muito fogo aos sócios, havendo um dia ou outro que ainda
se arranjou para o petisco, uma realidade comum a todo o país.
Não se registaram acidentes o que
é sempre de louvar e de enaltecer.
Resta-me finalmente agradecer a
todos quantos participaram nestes dias de convívio sem demonstrar outra coisa
que não fosse o gostar de caçar e de estar entre amigos.
OBRIGADO A TODOS E CONTINUAMOS A
CONTAR COM A VOSSA PRESENÇA.





