quinta-feira, 1 de outubro de 2020

DIA 4 DE OUTUBRO - ABERTURA Á GERAL



A caça comecou como necessidade para a sobrevivência do Homem. Hoje sen haver necessidade de caçar para sobreviver, caçamos porque faz parte da nossa cultura e dos nossos genes. Como alguém disse um dia "a cultura de um povo é a sua maior herança e o maior sinal de desenvolvimento", assim a caça perpetua por ela mesmo essa cultura. Assim sendo, dia 04 de Outubro faremos mais uma "Abertura Geral". Neste ano tão singular por razões de uma pestilência que nos obriga ao isolamento social, deveremos saber estar como verdadeiros caçadores que somos e defensores da ética e da responsabilidade, não fossemos nós "cavaleiros" duma demanda em prol da Deusa Diana. Vamos fazer a nossa caçada e no final poderemos fazer um almoço com as devidas precauções aproveitando este dia o melhor possível. Faremos ver a toda a sociedade que com precaução e providência os caçadores não serão eles mais uma fonte de propagação, mas sim um exemplo de cidadania. Até Domingo.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

ESTUDO DEMONSTRA QUE A CAÇA MELHORA AS POPULAÇÕES DA FAUNA CINEGÉTICA


Por ML em 
A investigação, realizada durante 50 anos sobre as populações da fauna cinegética no Reino Unido, destaca a importância da informação recebida, graças aos caçadores e como conseguiram fomentar o crescimento da população de algumas espécies, como é o caso da perdiz vermelha.
O balanço do número de abates no Reino Unido mudou consideravelmente nos últimos 50 anos, como mostra um estudo produzido pela Game & Wildlife Conservation Trust (GWCT). Para várias espécies de caça, como o faisão, a perdiz vermelha e o corço, o número de abates aumentou nos últimos 50 anos, enquanto para outras, como a perdiz cinzenta e a lebre, o número de exemplares abatidos diminuiu consideravelmente.
Este estudo é baseado em mais de cinco décadas de recolha de dados. O pessoal da GWCT tem incentivado os caçadores a submeterem registros anuais ao Censo Nacional de Espécies de Caça desde 1961, assim como a extrair informações históricas dos livros de espécies cinegéticas. Estes dados entregues voluntariamente permitiram aos cientistas avaliar as tendências do número de capturas de 45 espécies num período de 50 anos (1966 a 2016).
Nos últimos 50 anos, o número de faisões caçados quase triplicou, com uma estimativa de 13-15 milhões de aves abatidas até 2016. Este aumento é muito inferior ao número de perdizes vermelhas, que se multiplicou 25 vezes em 2016, em comparação com 1966. Em ambos os casos, o aumento do número de abates foi impulsionado por um aumento na solta destes exemplares, que excede o crescimento relativo da população. Por exemplo, havia sete vezes mais faisões libertados em 2016 do que 50 anos antes, numa altura em que as aves selvagens contribuíam muito mais para a população. Em contraste, as populações de perdiz cinzenta diminuíram ao longo do estudo, resultando numa queda de 77% em 50 anos. Isso reflete o colapso nacional conhecido e destaca a importância do trabalho contínuo de monitoramento e conservação desta espécie.
Com o aumento da população de veados no Reino Unido, não é surpreendente ver um aumento no número de abates. Em 50 anos, a população de corços tornou-se quatro vezes maior, agora com cerca de 50.000 animais, e a população de veados vermelhos duplicou para cerca de 100.000 animais. O aumento e diminuição da população de coelhos provavelmente reflete a recuperação da população de coelhos do Reino Unido.
Estas descobertas proporcionam uma importante visão de como a caça mudou ao longo do tempo no Reino Unido. Contribuem para uma iniciativa à escala europeia para desenvolver uma melhor compreensão do papel da caça no contexto da conservação das espécies e do uso sustentável da vida selvagem. O autor Nicholas Aebischer, que é Diretor Adjunto de Pesquisa da GWCT, diz: “Este trabalho sublinha a importância da recolh de dados de uma forma sistemática e a longo prazo. Baseia-se na dedicação de milhares de proprietários, cuidadores e administradores de terras, que se deram ao trabalho de nos relatar os seus registos e não tenho palavras para lhes agradecer o suficiente. Sublinho que esta é a primeira vez que se produzem estimativas abrangentes do tamanho das populações para o Reino Unido, por isso este trabalho constitui um marco importante”.
Este trabalho foi publicado no European Journal of Wildlife Research.




segunda-feira, 30 de dezembro de 2019