UM ESPAÇO ONDE TODOS OS CAÇADORES E AMIGOS DA ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES DO CONCELHO DE MAÇÃO SE PODEM REUNIR NUMA TERTÚLIA PARA DESFRUTAR DESTE NOSSO DESPORTO.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
LARGADA DE PERDIZES E FAISÕES 03-12-2011
Para cumprir o calendário venatório, levou a direcção da Associação de Caçadores do Concelho de Mação (ACCM), a efeito mais uma largada de perdizes e faisões nas terras da Avessada.
Cedo se reuniram os convivas, que com este clima de crise, ainda conseguiu juntar umas dezenas de amigos que gostam de se juntar a nós nestas ocasiões, a (ACCM) agradece as vossas presenças.
Tomado o pequeno-almoço da praxe, foi realizado o sorteio das portas e ala para o monte que se faz tarde e a manhã não podia estar melhor para estas coisas de caçar numa largada.
Os lançadores da caça, começaram o seu trabalho muito envergonhados, pois ou seria do frio ou estavam com medo de serem picados pelas perdizes ou pelos faisões, que logo os largavam sem lhes darem um empurrãozinho que os fizesse voar com mais vontade, cedo se rectificaram as coisas e a passarada começou a voar com mais destreza. Há a condicionante do vento que continua a condicionar o voo das aves, como é normal, os genes e a natureza são mestres, e ainda bem que não conseguimos transformar por completo tudo em que tocamos.
Muitos tiros certeiros, muitos pregos, é assim a caça, mas no que toca ao divertimento foi uma boa manhã de caça e tiros, qual torneio de tiros aos pratos, qual quê, isto é que é um treino á maneira, fico a pensar se não seria mais útil no início da caça, se no final, é que assim ao principio já não havia desculpa para os falhanços a que por vezes assistimos, por mim falo, caraças, é cada prego às vezes que é como diz um amigo meu “dois tiros tão bem dados e vai-se embora a perdiz”, como se os tiros falhados pudessem ser bem dados, mas enfim, fica sempre a intenção.
No final da caçada foi feito o “tableau de chasse”, e verificou-se que a pontaria nem tinha sido muito má por parte de todos os participantes, mas as perdizes tinham ficado a rir-se de nós, pois safaram-se ainda umas quantas, ficaram para o rabisco do dia seguinte.
Dividida a caça por todos, só nos restava regressar á sede do Centro de Convívio da Avessada para o repasto do almoço, uma churrascada á maneira que foi mais uma vez confeccionada pelo César, estava muito bom, com todo o pessoal a ficar deveras satisfeito.
Pois é o que é bom acaba depressa e quando estamos junto de amigos o tempo parece que voa, o dia estava a chegar ao fim, mas as recordações ficam cá, para mais tarde falarmos de mais um dia passado em excelente companhia, venham mais dias destes.
J.R.
BOAS FESTAS E FELIZ 2012
A Associação de Caçadores do Concelho de Mação, deseja a todos os sócios e visitantes umas festas felizes e um 2012 com tudo de bom.
BOAS CAÇADAS.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
MONTARIA EM SÃO JOSÉ DAS MATAS 12-11-2011
MONTARIAS EM TERRENOS ABERTOS.
As montarias realizadas em terrenos abertos, são uma lotaria, pode sair a sorte grande á organização, que apresenta uma mancha com a qualidade suficiente de animais, e, assim distribui pelos caçadores uma parte das fracções. Como pode também sair “lonas”, a mancha não apresentar animais. Estes factores em terreno livre, têm a ver com variadíssimos factores, como o tempo, o sossego na mancha, os comedouros, etc., No dia da montaria, também o trabalho de campo deve estar feito com dedicação e interesse, se assim for, o resultado pode nem significar muito, pois viram-se sinais evidentes de que os animais ali andam, se aparecem às portas, isso é uma incógnita. Mas a caça é assim.
Pois foi neste cenários que se apresentou a nossa montaria de 12 de Novembro, sinais de que os porcos visitavam a mancha, porque a comida dos cevadouros era comida na totalidade durante a noite, as expectativas eram boas, mas o resultado final saldou-se por um avistamento fugaz de um javali, por mim próprio, e uma raposa que não escapou ao tiro de um monteiro que já estaria mais impaciente. Não podemos apontar falhas às matilhas, elas bateram a mancha na totalidade, tanto na ida como no regresso, para pena nossa os cães não levantaram nenhum javali, pois eles não estavam dentro da mancha Á organização, não há que apontar nada, a caça é isto mesmo e quando se lida com animais selvagens, estes são sempre os resultados mais previsíveis. Foi isso sim, uma festa dos caçadores onde não faltou a boa disposição, um bom taco e um bom almoço no final da montaria, serviram para confortar os estômagos e fazer esquecer o que de menos bom houve na caçada, que foi a falta de porcos.
Mas a falta de animais com rabo, essa não se fez notar porque apareceram alguns com apêndices traseiros, que se não era instrumento de abano, era sem dúvida um adereço que lhe ficava muito bem, vaidoso andava ele por todo o lado a mostrar-se. Apraz-me realçar de que não se registou nenhum acidente, a caçada para o ano calhará melhor. Até lá boas caçadas. J.R.
As montarias realizadas em terrenos abertos, são uma lotaria, pode sair a sorte grande á organização, que apresenta uma mancha com a qualidade suficiente de animais, e, assim distribui pelos caçadores uma parte das fracções. Como pode também sair “lonas”, a mancha não apresentar animais. Estes factores em terreno livre, têm a ver com variadíssimos factores, como o tempo, o sossego na mancha, os comedouros, etc., No dia da montaria, também o trabalho de campo deve estar feito com dedicação e interesse, se assim for, o resultado pode nem significar muito, pois viram-se sinais evidentes de que os animais ali andam, se aparecem às portas, isso é uma incógnita. Mas a caça é assim.
Pois foi neste cenários que se apresentou a nossa montaria de 12 de Novembro, sinais de que os porcos visitavam a mancha, porque a comida dos cevadouros era comida na totalidade durante a noite, as expectativas eram boas, mas o resultado final saldou-se por um avistamento fugaz de um javali, por mim próprio, e uma raposa que não escapou ao tiro de um monteiro que já estaria mais impaciente. Não podemos apontar falhas às matilhas, elas bateram a mancha na totalidade, tanto na ida como no regresso, para pena nossa os cães não levantaram nenhum javali, pois eles não estavam dentro da mancha Á organização, não há que apontar nada, a caça é isto mesmo e quando se lida com animais selvagens, estes são sempre os resultados mais previsíveis. Foi isso sim, uma festa dos caçadores onde não faltou a boa disposição, um bom taco e um bom almoço no final da montaria, serviram para confortar os estômagos e fazer esquecer o que de menos bom houve na caçada, que foi a falta de porcos.
Mas a falta de animais com rabo, essa não se fez notar porque apareceram alguns com apêndices traseiros, que se não era instrumento de abano, era sem dúvida um adereço que lhe ficava muito bem, vaidoso andava ele por todo o lado a mostrar-se. Apraz-me realçar de que não se registou nenhum acidente, a caçada para o ano calhará melhor. Até lá boas caçadas. J.R.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
PERDIZES NA AVESSADA 4º E ÚLTIMO DIA
Avessada, 27-11-2011.
Já ninguém quer caça, fartura que vieste tão tarde.
Não é que numa manhã como a que este dia nos brindou, só apareceram para caçar meia dúzia de caçarretas.
Nem por ser o fecho da época das perdizes e coelhos, fez com que o pessoal saísse da cama, a azeitona tem sido muita e o pessoal anda cansado, enfim, diferente disto só mesmo uma noite de fados deixa o pessoal tão abalado. Umas canjas de perdiz, fazem milagres, porque não tentam.
Mas enfim lá fomos os poucos presentes para a nossa jornada final, dia difícil, porque a passarada anda esquentada e já não espera, ao menor sinal de perigo, ala que se faz tarde. É preciso pernas de aço para vencer os cabeços e a força do mato. Mas a vontade e a determinação fazem milagres e com os nossos cães lá vamos conseguindo levar uma ou outra perdiz ao bornal, para mim foi o melhor dia da temporada, quatro perdizes abatidas, mas somente duas no saco, enfim há-de haver dias melhores.
Assistiu-se a bonitos lances de caça, com bons tiros, bons cobros, e um facto que nos deve deixar cheios de orgulho. Mais uma vez foi abatida uma galinhola, e errada outra, prova mais do que evidente de que elas andam por cá e que gostam do sítio, a ver vamos se para o próximo ano haverá um dia dedicado às bicudas. Os orelhudos também compareceram ao encontro, pois também hoje, houve quem a eles se dedicasse em exclusivo, como os nossos amigos de Pero Pinheiro, convidados do nosso Presidente. Um dia bonito de caça, onde eles pareciam evidentemente satisfeitos e nós também por os termos na nossa companhia. Esperemos que voltem para o próximo ano.
Para terminar este dia, o nosso “CHEF”,deu-nos para degustar uma lebre confeccionada com feijão e tronxuda, estava bom, faltaria um pouco mais de presunto de lebre, mas elas só têm dois cada, foi por isso. Mas este dia não iria terminar sem que se nos fosse dado a ouvir um fadinho, fado vadio como deve ser todo o fado, cantado nas tascas que o viram nascer e por vozes que sem serem das mais melodiosas do mundo cumprem com a função. Da forma como foi cantado, que foi á capela, ainda o valoriza mais, o Sr. Jorge
é um verdadeiro artista, e está rodeado por um grupo de amigos que não o deixam ficar mal, grande acompanhamento, sim senhor, o Sr. João (Padeiro),é do melhor baixo que tenho ouvido por aí. Podem ouvir e ver no vídeo o que estou a dizer a opinar de vossa justiça. Perdizes, e coelhos, só para o ano, mas continuamos com as lebres os pombos e os tordos, enfim sempre há-de haver algo com que nos entretermos, para os que gostam, também há as montarias, então boas caçadas a todos. J.R.
Mas enfim lá fomos os poucos presentes para a nossa jornada final, dia difícil, porque a passarada anda esquentada e já não espera, ao menor sinal de perigo, ala que se faz tarde. É preciso pernas de aço para vencer os cabeços e a força do mato. Mas a vontade e a determinação fazem milagres e com os nossos cães lá vamos conseguindo levar uma ou outra perdiz ao bornal, para mim foi o melhor dia da temporada, quatro perdizes abatidas, mas somente duas no saco, enfim há-de haver dias melhores.
Assistiu-se a bonitos lances de caça, com bons tiros, bons cobros, e um facto que nos deve deixar cheios de orgulho. Mais uma vez foi abatida uma galinhola, e errada outra, prova mais do que evidente de que elas andam por cá e que gostam do sítio, a ver vamos se para o próximo ano haverá um dia dedicado às bicudas. Os orelhudos também compareceram ao encontro, pois também hoje, houve quem a eles se dedicasse em exclusivo, como os nossos amigos de Pero Pinheiro, convidados do nosso Presidente. Um dia bonito de caça, onde eles pareciam evidentemente satisfeitos e nós também por os termos na nossa companhia. Esperemos que voltem para o próximo ano.
Para terminar este dia, o nosso “CHEF”,deu-nos para degustar uma lebre confeccionada com feijão e tronxuda, estava bom, faltaria um pouco mais de presunto de lebre, mas elas só têm dois cada, foi por isso. Mas este dia não iria terminar sem que se nos fosse dado a ouvir um fadinho, fado vadio como deve ser todo o fado, cantado nas tascas que o viram nascer e por vozes que sem serem das mais melodiosas do mundo cumprem com a função. Da forma como foi cantado, que foi á capela, ainda o valoriza mais, o Sr. Jorge
é um verdadeiro artista, e está rodeado por um grupo de amigos que não o deixam ficar mal, grande acompanhamento, sim senhor, o Sr. João (Padeiro),é do melhor baixo que tenho ouvido por aí. Podem ouvir e ver no vídeo o que estou a dizer a opinar de vossa justiça. Perdizes, e coelhos, só para o ano, mas continuamos com as lebres os pombos e os tordos, enfim sempre há-de haver algo com que nos entretermos, para os que gostam, também há as montarias, então boas caçadas a todos. J.R.
